''Tapas, socos, chutes e brutalidade': Juiz justifica expulsões em clássico

  • Thiago Ribeiro/Agif

    Jogadores de Flamengo e Vasco se desentenderam no fim do jogo

    Jogadores de Flamengo e Vasco se desentenderam no fim do jogo

O empate por 1 a 1 entre Flamengo e Vasco, sábado no Maracanã, ficou marcado pelas quatro expulsões no final da partida, já nos acréscimos da segunda etapa. O resultado da confusão generalizada foi a expulsão de Rhodolfo e Cuéllar, pelo Rubro-Negro, e Riascos e Breno, do Cruz-Maltino.

Na súmula da partida, o árbitro Ricardo Marques relatou "chutes, socos e empurrões no rosto", além da "utilização de brutalidade" de todas partes.

Confira as justificativas das expulsões do clássico entre Flamengo e Vasco:

Rhodolfo - Por ter atingido Breno, do Vasco, com tapas, soco e empurrões, na altura do peito e rosto, quando a bola se encontrava fora de jogo.

Breno - Por revidar com soco, tapas, e empurrões, na altura do peito e rosto de Rhodolfo quando a bola se encontrava fora de jogo.

Riascos - Inicialmente, foi advertido com cartão amarelo por conduta  antidesportiva e advertido com cartão por empurrar peito de Everton Ribeiro com a bola fora de jogo. Depois, o árbitro foi informado pelo assistente Guilherme Dias Camilo que Riascos havia empurrado o rosto de Everton Ribeiro, utilizando-se de brutalidade. Assim, o árbitro cancelou o cartão amarelo e o expulsou.

Cuéllar - Por haver atingido Werley, do Vasco, na altura do rosto, utilizando-se de ambas as mãos e com uso de brutalidade, quando a bola ainda se encontrava fora de jogo.

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