Pituca diz faltar tranquilidade ao Santos e quer manter 'DNA ofensivo'

O Santos não marca gols há três jogos e não vence há quatro. Mesmo assim, o volante Diego Pituca garantiu, em sua primeira entrevista coletiva na sala de imprensa do CT Rei Pelé, que o Peixe seguirá "com o jogo ofensivo". Principalmente, nesta quinta-feira, contra o Atlético-PR, em Curitiba. O camisa 21 espera reeditar dupla com Renato no meio-campo, para "marcar bastante" e liberar os atacantes à frente. Para ele, está faltando tranquilidade.

- Minha função é de segundo volante, agora estamos jogando eu e Renato e ele pede para a gente marcar e deixar os quatro da frente livres, temos um DNA ofensivo. Ficamos mais com a bola. Infelizmente, a bola não está enfrentando. Estamos criando boas oportunidades, mas a bola não está entrando. Acho que temos de ficar um pouco mais tranquilos para podermos colocar ela para dentro. Isso vai mudar - ponderou.

O jogo contra o Furacão será importantíssimo para o Peixe, que tem os mesmos seis pontos do rival e pode entrar na zona de rebaixamento em caso de empate ou derrota. Mesmo assim, segundo Pituca, neste momento quem entra mais pressionado é o Atlético. A postura do Santos, entretanto, será de ataque constante, de acordo com o volante.

- O Santos sempre joga para cima, com um jeito alegre de se jogar. Vamos procurar fazer os gols, estamos jogando bem, superiores a outras equipes, mas a bola tem de entrar. Jogando em casa, Atlético joga mais pressionado, mas não podemos ficar esperando, precisamos continuar pressionando, tocando a bola, indo para cima - analisou.

Confira outros pontos da entrevista coletiva de Diego Pituca:

Momento no time e mudanças na vida

Mudou muito desde quando eu cheguei ao Santos, tudo se transformou. Momento muito bom, estou feliz por estar jogando, mas triste por estar há quatro jogos sem vencer, mas creio que isso vai mudar. Fico um pouco ansioso por estrear. Mas depois que o juiz apita esquece tudo. Meu momento é muito bom, fico feliz de poder atuar e jogar.

Adaptação

Quando eu fui contratado pelo Santos, sabia que iria para o B e que tinha que me destacar para ter chance no profissional. Cada jogo, cada treino era uma final. Agradeço ao Jair, fico feliz pela oportunidade que ele está me dando, por me subir.

Motivo do apelido

?Na minha cidade (Mogi Guaçu, em São Paulo), tudo mundo chama meu pai de Pituca. Eu andava com meu pai e me chamavam de Pituquinha, não gostava nada de andar com meu pai por causa disso (risos). Eu chegava em casa bravo e minha mãe falava que eu ia andar só com ela para me chamarem de Diego só. Eu tentei usar o Diego, mas no Botafogo (de Ribeirão Preto), virou Diego Pitcua. Aí ficou.

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