LANCE! Espresso: Copa do Mundo bilionária para a Fifa

Apesar dos escândalos de corrupção, que quebraram a confiança dos patrocinadores, a Fifa vai faturar com a Copa da Rússia 6,2 bilhões de dólares (R$ 22,7 bilhões), cerca de 500 milhões de dólares a mais do que no Brasil, um recorde na história dos mundiais. Empresas orientais, especialmente da China, país interessado em sediar a Copa de 2030, são os novos investidores que garantiram o aumento da receita. Como também para os negócios pode valer a máxima de que em time que está ganhando não se mexe, o presidente Gianni Infantino já admite adiar para 2026 o aumento do número de seleções para 48, o que chegou a ser cogitado já para a Copa do Qatar. O assunto foi retirado da pauta do Congresso da entidade que se realiza essa semana em Moscou. Uma decisão acertada. Uma mudança desse tipo, com toda a polêmica e as incertezas que envolve, exige obrigatoriamente uma discussão o mais aprofundada possível. E inicia-la em uma copa controversa e cheia de problemas como a do país árabe pode, efetivamente, significar um tiro no pé - e nos cofres da entidade. Até porque, a intenção de Infantino, o maior defensor do inchaço, até pode ser a de integrar e desenvolver o futebol nos menores centros. Mas que o efeito sobre o nível técnico e a competitividade dos mundiais será sentido com 48 seleções em campo, isso não resta dúvida.

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