Guerreiro! Reus ressurge e corresponde à chance entre os 11

O drama de Marco Reus nos últimos anos, certamente, o fizeram refletir diversas vezes sobre a sua carreira. Dois consideráveis cortes ocorreram em um intervalo de quatro anos: a primeira na Copa do Mundo de 2014, quando, no último amistoso antes da vitoriosa campanha da seleção alemã, teve ruptura no calcanhar, e a outra na Eurocopa de 2016, devido a uma pubalgia. Mas o mundo gira, gira, e às vezes dá oportunidades de redenção.

Diante da Suécia, neste sábado, a Alemanha se viu perto de ser eliminada com uma rodada de antecedência no Grupo F. Os suecos venciam por 1 a 0, até que o seu joelho esquerdo - não o direito, cujo ligamento cruzado foi rompido em 2017 - tocou na bola e fez com que a bola caprichosamente morresse na rede: empate e novas esperanças.

Em sua primeira Copa, Reus iniciou como reserva, na estreia contra o México. Só entrou na segunda etapa, porém pouco fez em campo. Já para a "primeira final", nesta tarde, Joachim Löw cedeu ao apelo popular e escalou o astro do Borussia Dortmund entre os 11. Ele caiu pelos dois lados e, se ainda não rendeu o esperado, ao menos decidiu quando era preciso.

Já na reta final, Reus sentiu câimbras, foi ao gramado e deu a entender que estava esgotado fisicamente. Ainda ficou em campo mesmo com a expulsão de Boateng, na casa dos 40 minutos da etapa final. Por falar nos lances derradeiros, Kroos marcou de falta quando tudo já parecia perdido, em trama de falta lateral junto a Reus. O roteiro beirou o inacreditável, e Reus agradece o merecido papel de protagonista.

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