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Duas funções! Veja atletas que foram jogador-treinador durante a carreira

2019-05-23T14:20:56

23/05/2019 14h20

Casos de jogadores-técnicos não são raros no mundo do futebol. Na última semana, o zagueiro Kompany, após ganhar o título inglês com o Manchester City (ING), anunciou que está indo para o Anderlecht (BEL), clube que o revelou. Ele será jogador e treinador do clube belga, que é um dos mais populares do país europeu.

O LANCE! mostra outros casos de jogadores que não pararam de atuar, mas que mesmo assim, desempenhavam o papel de treinador na beira do campo.

Rivaldo (Mogi Mirim)

O meia Rivaldo anunciou a aposentadoria em março de 2014, enquanto jogava pelo Mogi Mirim. O craque, campeão mundial em 2002, começou a desempenhar a função de treinador. Porém, em junho de 2015, Rivaldo voltou aos gramados e atuou como treinador e jogador do clube do interior paulista. Um dado curioso é que Rivaldo chegou a comandar o filho, Rivaldo Júnior, que estava começando a carreira.

Romário (Vasco)

O baixinho Romário também foi um jogador-treinador. Em 2007, após a demissão de Celso Roth, Romário foi anunciado como técnico do Cruzmaltino. Ele estreou na vitória sobre o América-MEX, pela Sul-Americana. Ele ficou no banco de reservas e ainda entrou na segunda etapa para tentar a classificação, mas não conseguiu.

Acabou saindo antes da final do Carioca de 2008, por divergências com Eurico Miranda, à época presidente do Vasco, que o bancava pelo menos até a final do campeonato estadual.

Roberto Carlos (Anzhi)

O lateral-esquerdo Roberto Carlos foi anunciado treinador do Anzhi (RUS), em setembro de 2011. O brasileiro passou a ser jogador-treinador do clube russo. Roberto Roberto dividiu o comando do Anzhi com Andrey Gordeyev, que era auxiliar e ficou como interino.

George Weah (Libéria)

Eleito o melhor jogador do mundo em 1995, o atacante George Weah assumiu a seleção da Libéria em 2001, ao mesmo tempo em que ainda atuava pelo Olympique de Marsella (FRA).

Na sua estreia como treinador, a Libéria derrotou a seleção de Gana por 3 a 1, pelas eliminatórias africanas da Copa do Mundo 2002. Porém, não conseguiu levar à seleção para a Copa do Mundo de 2002. Hoje, Weah é presidente da Libéria.

Ryan Giggs (Manchester United)

O meia galês Ryan Giggs, acumulou a função de treinador interino do Manchester United em abril de 2014, após a demissão de David Moyes. O jogador comandou os Reds pelas quatro últimas partidas da temporada 2013-14, obtendo 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Ele 'se escalou' em uma partida.

Ao final da temporada anunciou sua aposentadoria como jogador e o começo como membro da comissão técnica da equipe principal. Chegou a treinar a seleção do País de Gales.

Gullit (Chelsea)

O holandês Rudd Gullit chegou ao Chelsea em 1995, e logo conquistou o carinho da torcida. Em sua segunda temporada nos Blues, passou a fazer também a função de técnico.

Teve sucesso levando o clube londrino - que na época não desfrutava dos badalados investimentos - ao título da FA Cup. Deixou o Chelsea em 1998, mesmo ano em que decidiu se aposentar dos gramados.

Vialli (Chelsea)

Quem sucedeu Gullit como treinador foi Gianluca Vialli, que era treinado pelo próprio holandês. E Vialli pode ser considerado o melhor case nesse quesito.

De 1998 a 2000, o italiano, que à época foi o primeiro técnico italiano a trabalhar na Premier League, faturou cinco taças, incluindo a Copa da Inglaterra e a Copa da Uefa - hoje Liga Europa.

Gattuso (Sion)

O volante Gattusso assumiu o comando do Sion ainda como jogador do modesto clube italiano. Como técnico, o volante, campeão Mundial em 2006, disputou doze partidas, antes de sair para o Palermo. Atualmente, Gattuso dirige o Milan, um dos maiores clubes do país, e do qual foi jogador.

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