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   20h33 - 13/10/2003

Após duas derrotas, Júnior pede demissão do Corinthians

Agência Folha
Em São Paulo

A aventura de Júnior como treinador do Corinthians durou apenas dois jogos. Nesta segunda-feira, um dia após a derrota por 3 a 0 para o São Paulo, ele pediu demissão.

Além do clássico, o ex-flamenguista comandou o time do banco de reservas na derrota para o São Caetano, pelo mesmo placar.

No triunfo sobre o Vitória, ele ficou em uma cabine do Barradão, e passou algumas orientações ao auxiliar técnico Jairo Leal.

Em nota no site oficial do Corinthians, a diretoria do clube afirma que o treinador pediu demissão porque não acreditava que poderia reverter a situação.

O clube ocupa a 11ª posição do Brasileiro e a cada rodada fica mais distante de conseguir uma vaga na próxima Libertadores.

Os dirigentes informaram também que Leal será o substituto na partida de domingo, contra a Ponte Preta.

O nome mais cotado no clube para ocupar o cargo definitivamente é o de Oswaldo de Oliveira, que ontem pediu demissão do Flamengo. Ele disse que a sua saída já estava definida antes mesmo da vitória sobre o Vasco.

"Em função da necessidade de vitórias e da pequena margem de melhoria até agora, não me via com meios de dar um retorno positivo à diretoria e à torcida. Por isso, resolvi apresentar meu pedido de demissão", disse Júnior, de acordo com a nota no site.

No dia anterior, após a derrota no clássico, ele havia afirmado que encontrou no clube uma situação mais difícil do que imaginava. "Não sabia que a deficiência ofensiva era tão grande e ainda não sei como podemos resolver isso", disso o treinador.

A cúpula corintiana não gostou da declaração. Alguns dirigentes também já estavam descontentes pela insistência com que o técnico reclamava a ausência de um atacante "matador" na equipe.

Nos dois jogos em que ficou à beira do gramado, o técnico não sentiu o prazer de comemorar gols da equipe.

Alguns conselheiros já tinham criticado a contratação por causa da falta de experiência do ex-jogador na função. Antes do Corinthians, Júnior só tinha treinado o Flamengo em duas oportunidades, a primeira entre 93 e 94 e a segunda em 97.

Depois disso, a única chance que teve como técnico foi na seleção brasileira de futebol de areia.

Um dia antes da chegada do treinador, Rivellino havia sido contratado como diretor técnico do clube. Ele defendeu a indicação de Júnior, seu amigo, e permanecerá como dirigente do clube. Júnior não foi localizado pela Folha de S.Paulo para falar sobre a decisão de deixar a equipe.


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