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   19h51 - 18/02/2004

Parreira diz que defesa passou pelo teste das bolas altas

Julio Gomes Filho
Especial para o UOL
Em Dublin (Irlanda)

O empate de 0 a 0 com a Irlanda na tarde desta quarta-feira no estádio Lansdowne Road, em Dublin, serviu para que o técnico Carlos Alberto Parreira avaliasse o comportamento da defesa brasileira em jogadas aéreas. Depois da partida, o treinador afirmou que dos zagueiros passaram no teste, apesar do desempenho inconsistente de Lúcio e, principalmente, Roque Júnior.

Reuters 
O treinador Carlos Alberto Parreira
gostou do desempenho dos defensores
"Acho que foi um ótimo teste para a defesa em bola aérea. Não faltou bola aérea dentro da área, foram muitos escanteios, faltas laterais, e a defesa foi bem em quase todas elas", disse Parreira. "Nesse item eles foram bem testados hoje, além do limite até."

O técnico também absolveu Roque Júnior de alguns lances estabanados na partida. "Veja bem, no segundo tempo o desempenho dele foi bom", analisou o técnico, um tanto quanto reticente. "É que aquele nove (Morrison) e aquele dez (Robbie Keane) são jogadores que incomodam o tempo todo."

As críticas sobre o comportamento da defesa brasileira, principalmente em jogadas aéreas, aumentaram após o empate de 3 a 3 com o Uruguai, no final do ano passado, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2006. Tanto que no único treino realizado em Dublin antes do amistoso contra a Irlanda, Parreira havia deixado claro que que o teste seria vital para a continuidade da dupla Roque Júnior e Lúcio.

Agora, a missão do treinador vai ser adaptar esse posicionamento defensivo ao jogo praticado no futebol sul-americano, uma vez que o próprio Parreira acredita que não encontrará no continente nenhuma seleção que se assemelhe ao estilo da Irlanda.

"A gente não vai pegar um time na América do Sul que jogue tanto com a bola aérea. Você comparar um time da América do Sul com esse time de futebol (da Irlanda) é totalmente improcedente. De qualquer forma, nós os seguramos bem", analisou o treinador brasileiro.

Segundo Parreira, o desejo da comissão técnica era enfrentar uma seleção da América do Sul. Entretanto, isso ficou inviável pela determinação da Fifa de que os jogos aconteçam no continente onde os jogadores convocados atuam.

"Hoje jogar contra um time sul-americano é praticamente impossível. Eu teria jogado, mas está fora de cogitação. A Fifa proíbe que você jogue fora do continente em que os jogadores atuam. E fazer um jogo lá (na América do Sul) sem os jogadores 'europeus' não faria nenhum sentido."

O amistoso contra a Irlanda foi o único antes do confronto contra o Paraguai, no dia 31 de março, em Assunção, pelas eliminatórias da Copa.


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