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Polícia dos EUA prende mais um em investigação de abuso sexual na ginástica

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William Strampel foi chefe de Larry Nassar, condenado em fevereiro por abusos sexuais Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

27/03/2018 09h44

O médico William Strampel, 70 anos, foi preso na noite de segunda-feira em investigação sobre abusos sexuais envolvendo ginastas dos Estados Unidos. Strampel trabalhou como supervisor na Universidade de Michigan, onde foi chefe de Larry Nassar, preso e condenado em fevereiro por abusar jovens atletas.

O motivo da prisão de Strampel não foi revelado pelas autoridades policiais. Nesta terça-feira, a polícia norte-americana pretende se pronunciar sobre a detenção do ex-reitor da Universidade de Michigan.

Strampel tirou licença médica do cargo em Michigan após o escândalo vir a público. Em outubro de 2016, o “Wall Street Journal” revelou documento em que Strampel não acreditava nas vítimas de Nassar.

“Eu não acredito em nenhuma dessas mulheres foram realmente abusadas por Larry, mas Larry não aprendeu a lição [de não confiar em pacientes] e não levou acompanhante para sala”, dizia o documento apresentado pelo jornal, em 2016.

Nassar era médico da ginástica dos EUA

Nassar foi condenado a mais de 100 anos de prisão em dois processos de abuso sexual. Ele trabalhava na equipe de ginástica artística dos EUA.

Na lista de denúncias, mais de 140 mulheres acusaram Nassar de abusá-las. Em muitos casos, o médico tocava em partes íntimas das atletas alegando tratamento clínico.

Nassar agora enfrenta uma nova acusação; e de um homem. Jacob Moore, um ginasta de 18 anos da Universidade de Michigan, também entrou como parte de um processo contra o médico. Moore é o primeiro atleta do sexo masculino a apresentar queixa contra Nassar.

De acordo com informações do Yahoo, Moore acusa o médico de abusá-lo ainda aos 16 anos. Na acusação, o ginasta relata que compareceu à casa de Nassar para tratar de uma lesão no ombro. O médico levou o jovem a um porão e expôs os genitais do adolescente a uma ginasta mulher enquanto fazia o exame, sob a alegação de que faria uma “acupuntura” no local para curar a problema físico.

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