UOL Esporte Hipismo
 
10/10/2008 - 12h42

Rodrigo Pessoa se diz bode expiatório, mas rejeita apelar ao TAS

Das agências internacionais
Em Bruxelas (Bélgica)
Suspenso por 135 dias pelo doping do cavalo Rufus nos Jogos Olímpicos de Pequim, o brasileiro Rodrigo Pessoa afirmou nesta sexta-feira que não irá apelar ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) contra as sanções aplicadas pela Federação Eqüestre Internacional. Segundo o cavaleiro, ele é o bode expiatório dos casos de doping no hipismo.

"Estou surpreso com uma suspensão que considero injusta porque não houve dopagem. Mas essa é uma condenação para dar exemplo em que a FEI está aproveitando minha notoriedade", afirmou o brasileiro, campeão olímpico em Atenas-2004.

Ele tem 30 dias para recorrer da decisão da FEI para o TAS, mas não irá tomar esse caminho, "Se for apelar a alguém, será a um tribunal civil porque o TAS raramente revoga uma decisão de federação internacional", disse Pessoa.

Em Pequim, com Rufus, o brasileiro terminou em quinto lugar na prova individual de saltos. Após a confirmação de que a montaria tinha sido flagrada no antidoping, perdeu o posto. Pessoa afirmou que não sabe o que é a nonivamida, substância encontrada no exame de Rufus, e que estava convencido de que o cavalo foi contaminado por uma fonte externa.

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