MMA

Brasileiro troca Aeronáutica por sonho de ser campeão no MMA

Matthew Stockman/Getty Images
Iuri Marajó quer vencer para se consolidar no ranking do peso galo Imagem: Matthew Stockman/Getty Images

Rodrigo Garcia

Do UOL, em São Paulo

30/01/2016 06h00

Iuri “Marajó” Alcântara fará neste sábado (30) sua 12ª luta pelo UFC. No entanto, o duelo terá um sabor especial para o brasileiro. Mesmo estando na organização desde 2011, quando derrotou Felipe “Sertanejo” Arantes em sua primeira luta, o lutador tem, no confronto com Jimmy Rivera, a oportunidade de se consolidar no ranking do peso galo da organização (atualmente está na 14ª colocação).

“Eu aprendi muita coisa. Sou um cara bem mais experiente na organização, mais focado, mais maduro. Sei o que quero para minha vida, e o principal fator é estar no UFC ainda. O Jimmy não é um cara ranqueado, não vou subir muito na categoria, mas o meu interesse hoje é lutar com caras ranqueados para subir mais ainda. Depois dessa vitória, gostaria de lutar com um top 5 da categoria”, avaliou, em entrevista ao UOL Esporte.

Mas, para chegar ao patamar em que está hoje, o lutador abdicou de uma carreira como militar. Iuri já estava há quatro anos na Aeronáutica quando optou por seguir o caminho das lutas e ir em busca de um sonho: ser campeão.

“Servi quatro anos na Aeronáutica, mas não era isso que eu queria, não nasci para isso. Nasci para lutar, para estar nessa correria e batalhando atrás do meu sonho. Meu sonho era me tornar um campeão. O que eu faço de melhor é lutar e é o que eu vou fazer a vida toda. Antigamente eu lutava para pagar aluguel e me alimentar, não tinha condição de nada. Até hoje não tenho patrocínio de nada, mas as coisas estão bem melhores. Estou sem patrocínio e isso é uma situação ruim, estar no UFC e não ter patrocínio”, disse.

Com a falta de patrocínios, ele perdeu a oportunidade de voltar a treinar em uma das academias mais conceituadas de MMA: a Jackson-Winkeljohn, em que treinam nomes de peso do UFC como Jon Jones, Holly Holm e Donald Cerrone. Após um período proveitoso de treinos na academia, que fica em Albuquerque, no Novo México, Iuri não conseguiu retornar aos Estados Unidos por conta do valor elevado do dólar.

“Meu objetivo era treinar com a equipe do Greg Jackson, mas o dólar está muito alto e acaba ficando complicado para sair do Brasil. Mas ainda tenho planos de ir para lá. Passei dois meses lá treinando e evolui bastante. Deu para aprender (com Jones e Holly Holm), a gente sempre pega alguma coisa que a gente vê, alguma coisa que possa somar para tentar usar também”, relatou Iuri.

Já contando com uma vitória sobre Rivera, o lutador já projeta seus próximos passos na organização. Segundo Iuri, a ideia é fazer mais quatro lutas ainda em 2016 para tentar chegar próxima à disputa de cinturão, que atualmente pertence a Dominick Cruz.

“Tem vários atletas na categoria que estão acima de mim, mas eu gostaria de lutar com qualquer um dos top 5. A categoria está bastante movimentada, o Dominick veio para dar uma acelerada na categoria. Sou fã demais dele, por tudo que ele passou e agora pegou o cinturão de volta. Depois do Dominick Cruz, podem me colocar contra qualquer um para lutar que eu estou pronto”, concluiu o brasileiro.

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