MMA

Em má fase, brasileiro do UFC minimiza risco de demissão: "não vivo disso"

Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images
Imagem: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Fernando Notari

Do UOL, em São Paulo

04/02/2016 02h09

Rafael 'Feijão', lutador meio-pesado brasileiro, está na corda bamba no UFC: vem de três derrotas nas últimas quatro lutas, incluindo as duas mais recentes, e caso volte a perder no sábado (03), no UFC Fight Night marcado para Las Vegas (EUA), corre risco de ser demitido. Mas isso não lhe mete medo, 

“Não vivo disso”, disse, em justificativa. “Até tem o bônus da vitória, com o qual ganho dinheiro, mas tenho outros negócios. Sou empresário. Estou no MMA para me provar em relação a mim mesmo”, prosseguiu o atleta de 35 anos, que enfrentará o norte-americano Ovince Saint Preux, número 6 da categoria.

'Feijão', fora dos octógonos, administra uma franquia de venda de suplementos e outra da academia Team Nogueira, rede fundada em 2009 pelos irmãos Antônio Rodrigo "Minotauro" e Antônio Rogério "Minotouro", expoentes do MMA nacional.

O lutador, a despeito do mau momento recente, tem conquistas importantes no cartel: vai desde vitórias sobre nomes como o cubano Yoel Romero até o título dos meio-pesados pelo Strikeforce, organização comprada e incorporada pelo UFC.

Seus combates, vale dizer, costumam ser bastante agitados. Rafael soma 19 apresentações na carreira, e apenas uma completou os 15 minutos programados. Entre as 12 vitórias que tem, 11 foram por nocaute.

“Acredito que luta não é só vitória ou derrota, mas como você se apresenta e o quanto vende para os fãs e outros fatores”, avaliou. “Em um combate, falando vulgarmente, tem dois atletas: um vai sair rindo e o outro, chorando”.

'Feijão' perdeu para Thiago Alves em sua estreia pelo UFC, depois venceu Igor Pokrajac, em 2013 - seu último triunfo -, e foi batido por Ryan Bader e Patrick Cummins.

“Nem sempre o melhor vence. Acredito que vários fatores influenciam: muito tempo entre lutas, o que afeta o ritmo, e lesões, por exemplo”, opinou, citando o adiamento de seu encontro com o próprio Ovince Saint Preux.

O duelo era para ter acontecido em novembro de 2014, mas Saint Preux foi chamado para 'cobrir buraco' e substituir Jimi Manuwa no embate principal contra Maurício Shogun no evento em Uberlândia. Com isso, 'Feijão' ficou parado até agosto do ano seguinte, quando pegou Cummins. 

Do mau momento, o brasileiro tenta tirar oportunidade. Se uma derrota pode leva-lo à demissão, uma vitória, estima, pode devolvê-lo ao top 10 da categoria.

“O problema é que quando você perde, fica esquecido. Essa luta pode ser um renascimento. Estrategicamente, planejando como estávamos para a vez anterior. Quando mais tempo no octógono ele soma, mais exposto fica. Trabalhamos em cima disso”. 

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