MMA

Com piadas e torcida organizada, Werdum vira "dono" do UFC em Curitiba

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Imagem: Reprodução

Guilherme Costa

Do UOL, no Rio de Janeiro

01/04/2016 06h00

“Você tem planos para fazer stand up comedy no futuro?”

A pergunta feita por um repórter a Fabrício Werdum, 38, dá uma boa dimensão do quanto é marcante o jeito expansivo do lutador brasileiro. Não é apenas isso, porém, que mostra o quanto ele tem assumido um posto de protagonista no UFC 198, em Curitiba (PR), no dia 14 de maio. O peso pesado fará a principal luta do card e defenderá o cinturão contra o norte-americano Stipe Miocic, 33. Com direito a torcida organizada e homenagem a Wanderlei Silva, 39, Werdum tem se comportado como “dono” da noite.

Nascido em Porto Alegre (RS), cidade que fica a cerca de 710 quilômetros de Curitiba, Werdum tem coordenado a ida de dois ônibus de torcedores para a capital paranaense. Os veículos serão preenchidos com membros da Geral, organizada do Grêmio.

“Vai ter grito especial. Vai ter homenagem. Não posso contar ainda, mas eles vão fazer várias coisas diferentes. Vocês vão entender no dia por que estão falando que o Miocic vai lutar contra 45 mil Werdums”, disse o brasileiro. Quarenta e cinco mil é a estimativa de público para o UFC 198, que será realizado na Arena da Baixada, estádio que sediou partidas da Copa do Mundo de futebol em 2014.

Uma das “coisas especiais” será uma homenagem a Wanderlei Silva, nascido em Curitiba, que é um dos maiores nomes do Brasil na história do MMA e já passou pelo UFC. “Só não posso contar o quê”, despistou Werdum.

Na entrevista coletiva de apresentação do evento, na última quarta-feira (30), em um hotel do Rio de Janeiro (RJ), Werdum funcionou como uma espécie de agente de promoção. A despeito de Anderson Silva, 40, ter sido o principal alvo de questionamentos dos jornalistas, coube ao gaúcho o papel de responder sobre temas gerais e de exaltar a grandiosidade do UFC 198.

A diferença começou antes mesmo das perguntas e respostas. Quando os lutadores foram apresentados, quase todos caminharam quietos entre a porta da sala e o palco em que estava a mesa reserva a eles. Werdum foi exceção: quebrou o protocolo e fez piada sobre a timidez dos companheiros.

Também foi Werdum que pediu que os jornalistas se levantassem antes de perguntar. E foi ele que interveio quando houve o momento mais constrangedor da coletiva: Anderson Silva e Vitor Belfort foram questionados sobre a possibilidade de uma revanche entre eles e ficaram em silêncio por longos minutos.

“Acho que cada um tem uma forma de lidar com o nervosismo. Eu brinco para disfarçar um pouco”, explicou Werdum.

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