MMA

Teste de ex-campeão do UFC aponta doping; atleta culpa "carne infectada"

Wander Roberto/inovafoto
Frank Mir citou que "carne infectada" pode ter provocado doping Imagem: Wander Roberto/inovafoto

Do UOL, em São Paulo

12/05/2016 10h15

O lutador Frank Mir, ex-campeão peso pesado do UFC, foi pego em um exame antidoping realizado pela USADA (Agência Norte Americana Antidopagem) em um teste realizado durante o período de competições e deverá ser suspenso.

Após ser pego no teste em março, Mir pediu que a Agência realizasse um novo teste, desta vez usando a amostra B que foi colhida. Contudo, o resultado retornou novamente com a indicação de uso de substâncias proibidas pela entidade.

“Eu entrei com o processo apenas para ver se, talvez, alguma coisa havia acontecido durante os procedimentos do teste. Mas eles testaram a amostra B e ela veio com os mesmos resultados: os traços de metabólitos”, revelou Mir, em entrevista ao podcast “Phone Booth Fighting”.

A primeira amostra, colhida após a luta contra Mark Hunt, no UFC Austrália, apontou metabólitos de turinabol no organismo de Mir. A substância é classificada pela USADA como um esteroide anabólico.

Após ser flagrado no primeiro exame, Mir alegou que não sabia como havia ingerido a substância proibida. Com o mesmo resultado identificado na prova B, o lutador manteve o discurso anterior e ressaltou não saber como a substância foi parar em seu organismo. Para tentar se defender, o atleta levantou a hipótese de ter comido “carne de canguru infectada”.

“Dadas as drogas ministradas aos animais, não seria tão fora de questão, especialmente pelo fato do turinabol ser extremamente popular na Austrália. Então, deem a substância aos animais para que eles cresçam, deste jeito você terá mais dinheiro quando eles forem comercializar a carne. Isso soa terrível, mas estou ouvindo isso. Estou indo lá atrás, tentando entender o que aconteceu”, salientou Mir, relembrando o caso de um atleta da NFL que passou por situação semelhante ao ingerir carne infectada no México.

Apesar de seu novo posicionamento, o atleta está cumprindo uma suspensão de dois anos imposta pela USADA. A pena ainda poderá ser revista, já que a entidade não chegou a uma conclusão sobre o caso até o momento. Contudo, o atleta já trabalha com a possibilidade de se aposentar por conta do longo período afastado dos octógonos

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