MMA

Antes de derrubar Werdum, lutador bombeiro já ressuscitou velhinha

Danilo Lavieri, Jorge Corrêa e Maurício Dehó

Do UOL, em Curitiba e em São Paulo

15/05/2016 06h01

Os mais de 45 mil presentes (e outros milhões que assistiram pela TV Globo) que ficaram calados e decepcionados com a derrota de Fabrício Werdum na madrugada deste domingo (15), na Arena da Baixada, em Curitiba, podem nem imaginar que quando não está no UFC, Stipe Miocic está salvando vidas.

Mesmo com o cinturão dos pesos pesados conquistado no UFC 198 e a rotina pesada de treinos para tal façanha, o norte-americano preferiu não largar o outro emprego: o de bombeiro. "É algo que gosto muito de fazer e não penso em largar", disse Miocic nos treinos abertos, ainda antes de sua luta. Werdum também citou o caso curioso. "Acho que ele não me provoca até por isso, pela profissão não permitir".

Ele, hoje, poderia estar se dedicando só à carreira no MMA, mas preferiu manter-se na outra função, em meio-período. E não há privilégios para ele: encara saídas para apagar incêndios e também emergências de saúde na cidade de Independence, Ohio (EUA).

"Eu mantive até hoje o trabalho de bombeiro, gosto muito. O bom é que hoje eu consigo levá-lo como algo com menos regularidade. Na verdade, trabalho duas ou três vezes por semana, então adapto a minha rotina para treinar cedo e depois ir para a ação em dias em que sou bombeiro", afirmou Miocic.

Apesar do trabalho de bombeiros trazer maior lembrança por combater o fogo, Miocic traz na lembrança um caso menos cheio de adrenalina vivo na memória.

"Uma vez fui chamado para fazer o atendimento de uma velhinha. Ela teve um ataque cardíaco e eu cheguei com meus companheiros. Ela estava morta. Mas eles me instruíram, comecei a fazer os procedimentos e, bum, ela voltou a viver ali mesmo", contou o peso pesado.

"São essas coisas que me dão vantagem na carreira de lutador. Como foi lá, eu tenho que conseguir manter a calma, analisar a situação e escolher como agir. Fica mais fácil saber como se comportar", completou Miocic.

O norte-americano de origem croata fez diversos esportes, incluindo beisebol. Mais adolescente, passou a lutar wrestling e boxe e conseguiu grandes títulos nacionais, até que foi convidado a lutar MMA.

Miocic também foi bastante questionado se sua nova vitória e o cinturão em mãos pode significar o fim de uma maldição de Cleveland. A última vez que a cidade recebeu um título esportivo foi em 1964, no futebol Americano. Ele recusa qualquer comparação com o tema.

“Eu não acreditava que estava carregando um peso de acabar com essa maldição, estava para ganhar e fazer meu trabalho, mas eu posso dizer, ao menos, que estou levando um título para lá. O Fabrício foi um cara duríssimo”, afirmou.

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