MMA

Bethe e Jéssica veem Ronda como responsável por revolução no MMA feminino

Karla Torralba

Do UOL, em São Paulo

10/09/2016 06h00

Ronda Rousey mudou a maneira como o MMA feminino é visto no mundo inteiro, inclusive por suas próprias praticantes. Essa é a constatação das brasileiras Jéssica Andrade e Bethe Correia, que entram no octógono neste sábado (10), no UFC 203. Para elas, tudo ficou diferente depois que a ex-campeã peso galo foi contratada em 2012 pelo Ultimate e dominou sua categoria por três anos: aceitação, profissionalismo, divulgação e reconhecimento são apenas alguns pontos.

Jéssica Andrade, que desceu recentemente para o peso palha do UFC (até 52 kg), considera que Ronda quebrou todas as barreiras para a prática do MMA feminino. “A Ronda é o marco do MMA feminino e ela conseguiu colocar o esporte lá em cima. Por causa dela podemos entrar e lutar tranquilas, porque nosso trabalho tem sido muito bem representado por ela. Sabemos que o que a gente faz lá dentro vai ter importância porque ela já mostrou isso. É uma pena que não a vemos lutar há muito tempo. Eu gosto muito dela. Quando estava no 61 kg queria lutar com ela”, disse.

“A galera vê hoje o MMA como uma profissão. A categoria do 61 kg é enorme no feminino e do 52 (kg) está crescendo. Tenho certeza que o UFC vai abrir outras categorias no feminino para Cris (Cyborg), a do 57 kg também. Acho que o UFC está esperando aumentar a categoria do 52 kg para primeiro. Tem crescido muito e tenho certeza que ainda vamos ver muita mulherada no MMA”, completou Jéssica que terá como rival a escocesa Joanne Calderwood no octógono neste sábado.

Alexandre Loureiro/Inovafoto/UFC
Bethe contra Ronda Rousey em agosto de 2015. Brasileira perdeu na ocasião Imagem: Alexandre Loureiro/Inovafoto/UFC
Rival direta de Ronda Rousey no peso galo (até 61 kg), Bethe Correia sentiu na pele o que é ser batida pela ex-campeã. Ela foi nocauteada em agosto de 2015 depois de apenas 34 segundos de luta, mas nem por isso deixa de reconhecer a importância da norte-americana para o MMA feminino. “Mudou a aceitação no esporte. O Dana White já falou que foi por causa da Ronda que ele abriu a categoria feminina. É um mérito dela”, comentou.

“Quando eu comecei era bem mais difícil, não tinha minha categoria feminina e era bem complicado ser lutadora na época e realmente fui muito criticada. Hoje, quando uma garota quer entrar no MMA a coisa é mais real, porque o UFC abriu as portas. Antes não tinha futuro”, analisou Bethe, que lutará contra Jessica Eye neste sábado (10). 

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Redação
Ag. Fight
UOL Esporte - MMA
Na Grade do MMA
Blog do Ohata
Redação
Redação
Redação
Redação
Redação
Ag. Fight
Ag. Fight
UOL Esporte - Imagens
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Redação
Blog do Ohata
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Redação
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Blog do Ohata
Redação
Redação
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Ag. Fight
Topo