MMA

José Aldo pensa em trabalhar com futebol e cogita ser empresário

Steve Marcus/AP
Imagem: Steve Marcus/AP

Do UOL, em São Paulo

04/10/2016 11h56

Irredutível em seu pensamento de largar o MMA, o lutador José Aldo já começa a imaginar caminhos para o seu futuro. Em entrevista exibida pelo “Sportv” na última segunda-feira, o detentor do cinturão interino do peso pena do UFC disse que tem vontade de trabalhar com o futebol e cogita a possibilidade de ser empresário.

“Nem em luta eu acho que vou seguir. Para mim, se tivesse a oportunidade, seria trabalhar com futebol, que é uma coisa que eu amo. Desde que nasci, sempre sonhei em ser um jogador. Não ser um jogador hoje, não sei... Acho que não tenho idade para isso, não tenho experiência, respeito a todos que estão (no futebol). Mas tenho aptidão para praticar esportes e pelo menos trabalhar com isso. Não tem só o lado esportista, existe o outro lado também. Isso só o futuro vai dizer” disse Aldo.

Questionado se poderia virar empresário, Aldo admitiu que avalia a possibilidade. “Sim, posso. Acho que tudo depende de cada sonho que você tem, de correr atrás e acreditar. Eu acredito muito em mim. Se for preciso, vou estudar para ser (um empresário) muito bom, como fui como atleta”, disse.

“Essa é uma das principais ideias. Tenho um bom mercado no meio do esporte. Lógico que pelo fato de por ter uma paixão pelo futebol, isso me aproxima bastante. Mas tenho outras possibilidades, outras portas que podem se abrir para mim”, completou.

José Aldo sugeriu a aposentadoria depois de que o UFC anunciou a luta entre o irlandês Connor McGregor e o norte-americano Eddie Álvarez pelo cinturão do peso leve. O brasileiro se irritou com a decisão, pois tinha como prioridade na carreira enfrentar McGregor pela unificação do título do peso pena – McGregor é o campeão, mas o brasileiro detém o cinturão interino.

Mesmo que receba a chance de enfrentar McGregor, José Aldo acha difícil repensar a aposentadoria. Por isso, ele pede a liberação do UFC, organização com a qual ainda tem contrato vigente.

 “Acho que para mim, é muito difícil (repensar a aposentadoria). Se tem coisa boa, para mim é que ele (Dana White, presidente do UFC) me libere. Não quero lutar em outro evento. Estou em um nível acima. Não tem porque sair de um "Série A" para disputar um campeonato da "Série B". Sendo que sou bem valorizado na Série A. Não vou dar um passo atrás. Não quero mais lutar em outro evento”, explicou.

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