MMA

Após estrear com "nocaute impossível", Fortuna busca sequência no UFC

Leandro Miranda

Do UOL, em São Paulo

07/07/2017 04h00

Ele estava há mais de um ano sem lutar MMA, treinando apenas jiu-jítsu, quando foi chamado pelo UFC para fazer uma luta em uma categoria acima da sua, com apenas duas semanas de antecedência. Aceitou e, diante de um adversário que pesou 22 kg a mais, não só venceu no primeiro round, mas também conseguiu o primeiro nocaute da carreira.

Podia ser um roteiro de filme, mas é o início da trajetória de Marcel Fortuna no Ultimate. O catarinense de 31 anos, que surpreendeu até a si mesmo ao derrubar o peso pesado Anthony Hamilton em sua estreia na organização, volta ao octógono nesta sexta-feira (7) para encarar Jordan Johnson no Ultimate Fighter 25 Finale.

"Já fazia um tempo que eu não lutava, pelo menos um ano fora do MMA. Estava querendo voltar, tanto que a chance apareceu porque meu manager estava atrás de lutas para mim. E surgiu essa de última hora. Naquele momento, eu estava treinando só jiu-jítsu, então mudou toda a minha preparação de uma hora para outra, tive que voltar para o MMA geral", contou Fortuna ao UOL Esporte.

Apelidado de "Mãozinha" por causa do tamanho pequeno das mãos, nem ele próprio acreditava que seria capaz de nocautear Hamilton. Antes da luta, suas oito vitórias no MMA (ele também soma uma derrota, em 2012) haviam vindo por finalização (cinco vezes) ou por decisão dos juízes (três).

"Com certeza, acabou me surpreendendo muito. Eu não estava com a mão afiada, não tinha feito a preparação ideal antes da luta. Eu treino MMA há bastante tempo, mas eu não estava praticando. Foi questão de acreditar na primeira mão que entrou, mesmo. Ele já perdeu a base, eu acreditei e deu no que deu", lembrou.

Agora de volta à sua categoria normal, a dos meio-pesados, Fortuna terá pela frente um desafio bem diferente. Diante de Johnson, ele vai enfrentar um wrestler de cartel invicto, com sete vitórias em sete lutas profissionais. Seu último triunfo foi uma decisão unânime sobre o brasileiro Henrique Frankenstein.

"Por ele ser um wrestler, eu acredito que ele vai tentar me levar para o chão, amarrar a luta, ganhar tempo. Então, vou tentar entrar ligado nessa parte, com muita atenção para não entrar no jogo dele", projetou.

E se o UFC chamar, volta a embarcar em uma aventura em outra categoria como fez com Hamilton? Mãozinha não descarta. "No momento, o foco é no meio-pesado. Mas, se tiver alguma outra boa oportunidade, a gente vê, não sei".

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