MMA

Doping, boxe e brasileiras em alta: o 2017 das estrelas do UFC

Do UOL, em São Paulo

09/12/2017 04h00

O UFC chega em sua reta final em 2017. Durante os 36 eventos do ano, a principal organização de MMA do mundo viu a consolidação do campeão Demetrious Johnson, as quedas de Anderson Silva e Jon Jones e o fim da invencibilidade da dominante Joanna Jedrzejczyk.

Mais três eventos estão previstos para acontecer até o último dia do ano. No principal deles, Cris Cyborg colocará seu cinturão em jogo pela primeira vez no Ultimate. Uma vitória da curitibana consolidará ainda mais o domínio feminino no MMA brasileiro – Amanda Nunes segue dominante em sua categoria.

Confira como foi o ano de 2017 das principais estrelas da organização comandada por Dana White:

Mulheres dominam o MMA brasileiro no UFC

Arte UOL
Imagem: Arte UOL

Em um ano de vacas magras para as estrelas masculinas do Brasil, as mulheres trataram de deixar o país na lista de campeões do UFC. Amanda Nunes defendeu com sucesso seu cinturão contra a desafeta Valentina Shevchenko. Já Cris Cyborg, enfim, lutou pelo título dos penas da organização. E o resultado foi o esperado: nocaute em Tonya Evinger e a manutenção da invencibilidade de 12 anos.

O ano de 2017, contudo, ainda não acabou para Cyborg. Após forte campanha para enfrentar Holly Holm, a brasileira defenderá seu cinturão contra a norte-americana no UFC 219, o último evento do ano, que acontecerá em 30 de dezembro.

MMA? McGregor só quis saber de boxe

Conor McGregor fez um total de zero lutas no UFC em 2017. O irlandês passou o ano todo se preparando para um dos combates mais improváveis e esperados dos últimos anos: enfrentar o multicampeão Floyd Mayweather no boxe. O duelo aconteceu em 26 de agosto, com o norte-americano vencendo por nocaute no 10º round.

Doping assombra veteranos

Arte UOL
Imagem: Arte UOL

O ano de 2017 deixou em xeque três carreiras de lutadores brasileiros no UFC: Anderson Silva, Junior Cigano e Rogério Minotouro. O trio conviveu com acusações de doping e ainda esperam para saber se serão punidos.

Cigano foi o primeiro deles a ser notificado. No meio de agosto, o brasileiro foi retirado do duelo contra Francis Ngannou por causa do diurético hidroclorotiazida. Após o caso, o ex-campeão dos pesados negou o uso e atribuiu a uma possível contaminação de algum suplemento ou medicamento usado pelo lutador. Em setembro, Rogério Minotouro foi retirado da luta contra Jared Cannonier. O brasileiro também caiu no doping por causa de um diurético. Aos 41 anos, o lutador alegou inocência.

O último a ser notificado foi Anderson Silva. No meio de novembro, o brasileiro foi retirado do card que enfrentaria Kelvin Gastelum, mas a Usada (Agência Norte-Americana Antidoping) não informou a substância utilizada pelo ex-campeão dos médios. Esta foi a terceira vez que Anderson caiu no doping. Alegando inocência, ele afastou qualquer chance de aposentadoria.

José Aldo tem ano difícil

José Aldo encontrou em Max Holloway um obstáculo para a manutenção do cinturão dos penas. O brasileiro foi nocauteado nos dois duelos que fez com o norte-americano, em junho e dezembro. Em postagem após o último revés, o brasileiro disse que sempre será “um otimista”.

Dois campeões voltam ao topo, mas ficam sem cinturões

Arte UOL
Imagem: Arte UOL

Dois ex-campeões voltaram a triunfar no UFC, mas, por motivos distintos, terminaram o ano sem seus títulos. Na tão esperada revanche com Daniel Cormier, Jon Jones conseguiu um incrível nocaute e recuperou o cinturão dos meio-pesados. Pouco menos de um mês depois, contudo, a Usada anunciou que o americano havia caído no doping por anabolizantes e o UFC retirou seu cinturão.

O segundo ex-campeão a voltar foi Georges St-Pierre. Após um período sabático de quatro anos, o canadense foi escalado para enfrentar Michael Bisping pelo cinturão dos médios – seu título anterior era dos meio-médios. A vitória sobre o inglês veio com uma finalização no terceiro round. Assim como Jones, GSP ficou com o cinturão por cerca de um mês. O canadense, contudo, abriu mão do título por problemas de saúde.

Consolidação de Johnson e a queda de Joanna

Arte UOL
Imagem: Arte UOL

2017 foi muito diferente para dois campeões dominantes do UFC. Demetrious Johnson venceu as duas lutas que fez no ano, contra Wilson Reis e Ray Borg, e quebrou o recorde de Anderson Silva de maior número de defesas de um cinturão no Ultimate: 11.

Joanna Jedrzejczyk não teve a mesma sorte. Depois de vencer Jéssica Andrade em maio, a polonesa encontrou em Rose Namajunas a mulher que tiraria seu título. Um soco logo no primeiro round fez com que a norte-americana chocasse o mundo do MMA e levasse o cinturão dos palhas para casa.

Reta final de Vítor Belfort

Vítor Belfort caminha para o que parece ser o fim de sua carreira no MMA. Depois de perder para Kelvin Gastelum - a luta foi alterada para sem resultado, posteriormente -, o brasileiro venceu Nate Marquardt. Ainda assim, já é certo que o “Fenômeno” se despedirá do UFC no início de 2018. Em janeiro, ele enfrentará Uriah Hall e deixará a organização.

Apesar de ainda não anunciar oficialmente a aposentadoria, o carioca de 40 anos já dá indícios. Em carta aberta emocionada à irmã Priscila, o lutador disse não ver a hora de seguir em sua “segunda jornada”.

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