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Chuva e ralo entupido fazem Rio Open ter agenda apertada já no segundo dia

Matthew Stockman/Getty Images
Quadra central do Rio Open ficou alagada por causa da chuva e de um ralo entupido Imagem: Matthew Stockman/Getty Images

Guilherme Costa

Do UOL, no Rio de Janeiro

16/02/2016 06h00

A edição 2016 do Aberto do Rio de Janeiro de tênis precisou reestruturar a agenda logo no segundo dia. Por causa da chuva que castigou a capital fluminense na noite da última segunda-feira (15) e de um ralo entupido, cinco jogos foram adiados para esta terça-feira (16) e obrigaram a organização do evento a mexer na programação.

O início da agenda de terça-feira, que estava previsto para 14h15 (horário de Brasília), foi antecipado para 11h. Sete partidas serão realizadas nessa faixa inicial, o que levou para a quadra central o confronto entre a israelense Julia Glushko e a brasileira Paula Gonçalves.

A quadra central ainda terá outras três partidas envolvendo brasileiros: Teliana Pereira jogará contra Petra Martic (Croácia), Thiago Monteiro enfrentará Jo-Wilfried Tsonga (França) e Thomaz Bellucci fará contra Alexandr Dolgopolov (Ucrânia) o duelo que deveria ter fechado a programação do espaço na segunda-feira.

O adiamento foi motivado pela forte chuva no Rio de Janeiro. A tempestade começou pouco antes de 18h e levou a organização a interromper o embate entre o norte-americano John Isner e o argentino Guido Pella, que perdia por 6 a 5 no primeiro set.

Foram três horas de interrupção de atividades no Aberto do Rio de Janeiro, período em que as pessoas buscaram estandes comerciais e guarda-sóis de restaurantes para fugir da chuva. Enquanto isso, atletas circulavam em áreas comuns e interagiam com o público.

A quadra central foi a mais castigada. Durante a paralisação, a água acumulada chegou a cobrir os pés das pessoas que trabalhavam no local. Segundo a organização do torneio, um ralo entupido impediu que a água escoasse no mesmo ritmo do que aconteceu nas outras quadras.

Os responsáveis pelo evento também disseram que foi uma decisão estratégica não cobrir as quadras durante a chuva. A explicação é que o padrão da tempestade do Rio de Janeiro (direção da água, consistência e vento, por exemplo) castigaria ainda mais o solo se houvesse uma lona sobre o saibro.

O primeiro esforço da organização durante a chuva, portanto, foi para desentupir os ralos. Concomitantemente, ao menos 12 pessoas trabalhavam com rodos e esponjas para retirar a água acumulada na quadra central.

Todo esse esforço teve efeito às 22h, quando Isner e Pella recomeçaram a partida. O norte-americano chegou a ter três match points, mas o argentino venceu por 2 sets a 1 e avançou no torneio.

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