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Gêmeas do nado diminuem rotina de treinos e ganham até 10 kg após Rio-2016

Divulgação/Adidas
Bia e Branca Feres ajudaram o time brasileiro de nado sincronizado a ficar em sexto na Olimpíada Imagem: Divulgação/Adidas

Do UOL, em São Paulo

30/06/2017 19h23

A rotina de Bia e Branca Feres depois dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, foi de relaxamento. Em entrevista à apresentadora Luciana Gimenez, da RedeTV!, as gêmeas do nado sincronizado dizem ter desacelerado a rotina de treinamentos – o que resultou em alguns quilos a mais na balança de ambas.

“Vínhamos de uma rotina de treinar oito horas por dia, seis dias por semana, comendo só salada e proteína. Quando acabou, engordei 6 kg e a Branca, 10 kg”, contou Bia, que diz estar vivendo um “ano sabático”. “Estou em um momento que não quero nem ver piscina”, completou.

As duas integraram a equipe do Brasil que participou da disputa do nado sincronizado na Rio-2016, terminando na sexta posição (171.9985 pontos) entre oito conjuntos. O ouro ficou com a Rússia (196.1439 pontos), à frente de China (192.9841 pontos) e Japão (189.2056 pontos).

A competição, porém, deu fim a um ciclo de investimentos a diversas modalidades olímpicas – como o próprio nado sincronizado. Na entrevista, que vai ao ar na terça-feira, a dupla diz ter perdido patrocínios no fim do ano, citando inclusive casos de esportistas que precisaram recorrer a outros empregos.

“Um ano antes de os Jogos começarem, todo mundo quer anunciar, investir e incentivar os atletas. Depois que passa, tudo acaba. Chegou dia 31 de dezembro e todos os nossos patrocínios venceram”, afirmou Bia.

RedeTV!/Divulgação
Gêmeas do nado sincronizado ainda citaram perda de patrocínios após Rio-2016 Imagem: RedeTV!/Divulgação

As duas, porém, também trataram de assuntos mais leves. Questionada a respeito da possibilidade de uma atleta fazer xixi na piscina, Bia se esquivou: “Tudo depende da sua técnica e da sua educação”. Já Branca citou o processo de ambas para que não fizessem as mesmas coisas.

“Comíamos sempre as mesmas coisas, escovávamos os dentes com o mesmo creme dental e estávamos sempre preocupadas em tomar a mesma quantidade de sol. Hoje moramos em casas separadas, mas ainda tentamos ir para os lugares com a mesma roupa ou pelo menos com peças parecidas”, contou.

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