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"Maior mentira da história", diz senegalês sobre corrupção na Rio-2016

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Mandado de prisão contra Papa Massata Diack Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

09/09/2017 18h29

Acusado de receber propina para direcionar a escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2016, em processo vencido pelo Rio de Janeiro, o senegalês Papa Diack negou neste sábado (09) que tenha participado de qualquer esquema ilícito. Em entrevista à agência de notícias “Reuters”, o filho de Lamine Diack, que por sua vez foi presidente da IAAF (associação internacional de atletismo) e membro do COI (Comitê Olímpico Internacional), chamou as evidências de “mentirosas”.

“São mentirosas. Essa acusação é a maior mentira do mundo esportivo”, resumiu Diack. “Às vezes eu acompanhava meu pai, mas daí a dizer que eu organizei compra de votos...”, completou.

Papa Diack atuou como consultor de marketing da Iaaf no período em que seu pai presidiu a entidade. Ele também já foi acusado de corrupção em processos que determinaram as sedes dos Mundiais de atletismo de 2017 e 2019 e é peça chave em um esquema de doping deflagrado na Rússia em 2015.

Quando se debruçou sobre esse escândalo de doping com anuência de autoridades, o Ministério Público da França encontrou o nome de Diack e evidências de que o processo para escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2016 havia sido direcionado.

A investigação francesa foi preponderante para a deflagração da operação “Unfair play” (“Jogo sujo”, em tradução livre), conduzida na última semana pela Polícia Federal. Na terça-feira (05), o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e do comitê organizador dos Jogos Olímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, foi levado a depor e teve o passaporte apreendido. Operação na casa do dirigente encontrou R$ 480 mil, e a apuração da entidade apontou desvios dele nas duas entidades.

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