Esporte

Jogador que foi à guerra do Afeganistão "furou" protesto de time da NFL

Joe Robbins/Getty Images/AFP
Alejandro Villanueva sozinho no túnel do vestiário cantando hino dos EUA Imagem: Joe Robbins/Getty Images/AFP

Do UOL, em São Paulo

25/09/2017 12h52

O assunto Donald Trump e esporte ainda rende nos Estados Unidos. Depois de diversos protestos de atletas contra declarações do presidente norte-americano, um caso em especial chamou a atenção no final de semana. Um jogador não cumpriu o acordo de permanecer no vestiário no momento em que tocava o hino americano na NFL.

O caso aconteceu no jogo do Pittsburgh Steelers.  Diferente do que foi acordado junto aos seus companheiros de time Alejandro Villanueva apareceu no túnel do vestiário cantando o hino dos Estados Unidos.

De acordo com a imprensa norte-americana, os jogadores do Steelers discutiram diversas maneiras de protesto contra o presidente antes da partida e a atitude de Villanueva gerou um desconforto nos bastidores.

 

Os atletas, no entanto, não esperavam a atitude de Villanueva, apesar de entenderem. O caso do jogador é diferente por se tratar de um jogador que serviu o país na guerra do Afeganistão.

“É uma circunstância [única. Ele passou por coisas antes. Temos respeito a ele e eu gostaria que fosse diferente. Nós temos pessoas que olham o hino como patriotismo, soltados, essas coisas significam e claro que as pessoas ficam tristes, eu entendo. Eu só quero que os dois lados entendam que querem a coisa certa”, comentou o jogador David DeCastro sobre a atitude do companheiro de equipe.

Nem todos do Kansas City Chiefs concordaram com os protestos

Chris Conley, do Kansas City Chiefs, equipe do brasileiro Cairo Santos, explicou que dois jogadores de sua equipe não concordaram com uma manifestação contra Donald Trump.
Conley explicou que um de seus companheiros de time o abordou falando que ele e um outro colega não concordavam. “O fato dele falar comigo deixou as coisas boas. Tivemos várias opiniões no vestiário e ideias”, comentou.

A série de protestos se dá por conta de declarações do presidente Donald Trump. O presidente criticou atletas do basquete e da NFL que se manifestam politicamente em jogos. 

O presidente dos Estados Unidos chamou, em um comício do Partido Republicano no Alabama, de “filhos da mãe” os jogadores de futebol americano que protestam contra o racismo no momento do hino nacional —desde 2016, atletas da modalidade ficam de joelhos durante a execução para chamar a atenção da violência policial no país contra a população negra.

Além das ofensas, o presidente dos EUA disse que aqueles que protestam deveriam ser demitidos das suas equipes e incentivou torcedores a deixarem os estádios no momento das manifestações.

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