Esporte

Bolt, Phelps e Curry: os astros que prometem brilhar no Rio-2016

25/04/2016 12h44

Paris, 25 Abr 2016 (AFP) - Bolt, o 'Raio', Phelps, o 'Torpedo de Baltimore' e Stephen Curry, o 'Assasino com cara de bebê': esse trio de estrelas é apenas uma amostra da constelação de craques de vários países que vai brilhar em agosto no Rio de Janeiro, em busca do ouro olímpico.

Rei do atletismo, Bolt tentará alcançar de vez o olimpo dos Deuses do estádio com a conquista do 'triplo-tricampeonato', repetindo os títulos nos 100 m, 200 m e revezamento 4x100 m de Pequim-2008 e Londres-2012.

Phelps já é o maior medalhista olímpico da história (22, 18 de ouro), mas voltou da aposentadoria para mostrar que ainda pode dar caldo na piscina.

Na ausência do craque do argentino Lionel Messi, que não participará do torneio olímpico de futebol, seu companheiro do Barcelona, Neymar, tentará dar ao Brasil sua primeira medalha de ouro na modalidade, o único título que ainda falta à seleção pentacampeã mundial.

Os fãs da bola laranja também terão a oportunidade de ver de perto aquele que muitos chamam de 'Messi do basquete', pela habilidade e a capacidade de improviso, o armador Steph Curry, melhor jogador da NBA e um dos astros do 'Dream Team' americano.

Curry, porém, está atualmente competindo nos duros playoffs da NBA e sofreu lesão no joelho no domingo, na partida contra o Houston Rockets.

O armador passará por exames médicos para detectar a gravidade da lesão e, no pior dos casos, poderia até ficar de fora dos Jogos do Rio, um importante lembrete de que os astros do esporte, qualquer que seja a modalidade, têm em comum a impotência diante do limite de seus corpos.

- Recordes à vista -Os Jogos do Rio também trazem a expectativa de uma chuva de recordes.

Novo rei do salto de vara, o francês Renaud Lavillenie, campeão olímpico em Londres-2012, tentará superar no Engenhão a marca do lendário Serguei Bubka, que detém a melhor marca ao ar livre há 22 anos (6,14 m). Lavillenie já superou o recorde indoor do ucraniano, ao saltar 6,16 m, em 2014.

No feminino, a 'Czarina' Yelena Isinbayeva, que conquistou o ouro em Atenas-2004 e Pequim-2008, só poderá tentar o tricampeonato no Rio se a Rússia for liberada para disputar as provas de atletismo.

Em novembro, o país foi suspenso de todas as competições internacionais por conta de acusações de "doping organizado".

Outro craque das pistas, o britânico Mo Farah tentará repetir a incrível dobradinha 5.000/10.000 m de Londres.

Na piscina, Phelps não será o único bicho-papão da natação a mergulhar na água. Medalhista de ouro dos 800 m com apenas 15 anos na capital inglesa, sua compatriota Katie Ledecky abocanhou nada menos de nove títulos mundiais neste ciclo olímpico, quatro em Barcelona-2013 e cinco em Kazan-2015.

A principal ausência será o maior nome da história da natação brasileira, César Cielo, dono do único ouro olímpico do país na modalidade (nos 50 m, em Pequim-2008). Cesão viveu um drama na semana passada, ao deixar escapar a vaga na seletiva do troféu Maria Lenk.

Nos tatames, a delegação brasileira vem forte, principalmente entre as mulheres, mas o grande nome do judô mundial é o gigante francês Teddy Riner, invicto desde 2010, que tentará o bicampeonato olímpico na cidade onde conquistou o primeiro dos seus oito títulos mundiais.

- Milionários e anônimos -Outro peso pesado em busca de glória será o halterofilista Ilya Ilyin. Invicto desde 2005, o cazaque virou vegetariano depois dos Jogos de Londres, mas manteve o apetite para conquistar o terceiro ouro olímpico na categoria até 105 kg.

Herói anônimo, desconhecido do grande público, Ilyin vai conviver na vila olímpica com vários milionários de esportes mais lucrativos, como os golfistas Jason Day, Jordan Spieth, ou Rory McIlroy, que marcarão presença no retorno da modalidade aos Jogos.

Nas quadras do novo complexo de tênis, a lenda viva Roger Federer tentará aos 34 anos conquistar um dos únicos títulos que faltam na sua vitoriosa carreira: a medalha de ouro no torneio de simples, depois de ter subido no lugar mais alto do pódio em Pequim-2008, ao lado de Stanislas Wawrika.

Ele também tentará ganhar uma medalha nas duplas, ao lado da também veterana Martina Hingis.

O suíço, porém, terá forte concorrência, já que o número um do mundo Novak Djokovic também corre atrás do ouro inédito, e já deixou claro que fazia dos Jogos do Rio um dos principais objetivos da sua temporada.

ol/pr//lg

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