Esporte

Rooney dribla Brexit e críticas antes das oitavas da Eurocopa

23/06/2016 21h20

Chantilly, França, 24 Jun 2016 (AFP) - Alvo de muitos questionamentos depois da campanha de altos e baixos da Inglaterra na primeira fase da Eurocopa, o capitão Wayne Ronney garantiu que a equipe se mantém unida, em meio ao referendo sobre a permanência na União Europeia que rachou o país.

"Deram aos jogadores a possibilidade de votar. Não sei o que meus companheiros escolheram e quero que o voto seja mantido confidencial. Depois, veremos o que vai acontecer", respondeu o atacante de trinta anos, que vem jogando mais recuado com a seleção.

A Inglaterra terminou em segundo lugar do grupo B da Euro, atrás do vizinho País de Gales, com campanha irregular.

Empatou em 1 a 1 na estreia com a Rússia ao sofrer um gol nos acréscimos, derrotou os galeses de virada por 2 a 1 na segunda rodada e depois ficou no 0 a 0 com a Eslováquia.

"Estamos dominando as partidas e continuamos invictos. Isso é positivo", sentenciou Rooney.

"Sabemos que precisamos jogar melhor, mas estamos confiantes e achamos que podemos ser campeões. Se jogarmos no nosso melhor nível, podemos ganhar de qualquer equipe", analisou.

Rooney foi um dos seis titulares poupados contra a Eslováquia, uma opção do técnico Roy Hodgson que acabou custando a liderança do grupo.

Ao terminar em segundo lugar, os ingleses ficaram na parte mais difícil da tabela, que concentra os cinco campeões mundiais da Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha).

"Não perdemos o embalo. Roy precisou tomar uma decisão para descansar jogadores e mostrar que confia no grupo todo", comentou o capitão.

"Aqueles que jogaram eram bons o bastante para nos levar à vitória. Infelizmente, não foi o que aconteceu, mas respeito a decisão de Roy de me poupar", rebateu.

Nas oitavas, Rooney e companhia enfrentarão a surpreendente Islândia, que terminou em segundo lugar do grupo F, na frente de Portugal. Se avançarem às quartas, terão pela frente o vencedor do duelo entre França e Irlanda.

"Ficamos felizes por estar nas oitavas, mas não espero nada muito diferente em relação à fase de grupos, porque a Islândia não é uma equipe muito ofensiva. Não teremos muitos espaços", admitiu Hodgson.

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