Esporte

Saindo à francesa

27/06/2016 13h40

Paris, 27 Jun 2016 (AFP) - Curiosidades da Eurocopa neste domingo, 19º dia de disputa da competição continental.

EVRA VIRAL - A postura estranha do lateral francês Patrice Evra, que parece sentar no ar com os braços abertos, como se fizesse uma saudação de sumô, no momento em que Pogba comete a falta que resultou no pênalti da Irlanda, virou febre nas redes sociais. A imagem, clicada por um fotógrafo da AFP, já ganhou várias montagens divertidas. O jogador da Juventus aparece dançando o hit coreano Gangnam Style, cercado de um feixo de luz como se fosse um personagem do desenho Dragon Ball Z, transformado em Rei Leão com o bebê Simba nos braços ou até segurando uma pistola para atirar nos pés de Cristiano Ronaldo. O próprio Evra publicou as montagens no Instagram e comentou: "parem com isso, galera, vou morrer de rir".

CAMPEÃO MUNDIAL DA POLÍTICA: O técnico Aimé Jacquet, que levou a seleção francesa ao título mundial em casa em 1998, assistiu à partida França-Irlanda in loco, no estádio de Lyon. Além de torcer pelos 'Bleus', ele teve tempo de trocar algumas palavras com o presidente François Hollande, com popularidade em baixa no país. "Tenha coragem e mantenha o rumo", teria dito Jacquet ao chefe de Estado, de acordo com o jornal Le Parisien.

FILOSOFIA - A cidade de Aubervilliers, subúrbio popular do norte de Paris, resolveu fazer da Eurocopa uma festa cultural, pensando o futebol além das quatro linhas. Nesse âmbito, o teatro La Commune organizou uma série de eventos dos dias 30 de junho a 10 de julho. Entre eles, uma palestra do filósofo Alain Badiou, sobre o tema: "será que a filosofia pode dizer algo sobre esporte?". Como o torneio de futebol, a programação é internacional. O alemão Gernot Kamecke abordará a questão: "Futebol como órgão e campo de batalha de políticas reacionárias: racismo e trabalho escravo". Haverá até espetáculo infantil, com o Brasil envolvido. A peça retrata uma família italiana que assiste na Sicília à vitória por 3 a 2 da 'Nazionale' de Paolo Rossi sobre a talentosíssima seleção de 1982 de Sócrates, Zico e Falcão na Copa do Mundo da Espanha, na partida considerado por muitos como o fim do futebol-arte. E para quem não gosta de arte, ainda haverá a possibilidade de assistir a algumas partidas da Euro em um telão instalado. na sala do teatro.

bur-adc/agu/lg

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