Esporte

Presidente do COI diz que time de refugiados é 'sinal de esperança'

02/08/2016 18h27

Rio de Janeiro, 2 Ago 2016 (AFP) - O Comitê Olímpico Internacional (COI) quis lançar "um sinal de esperança" aos 60 milhões de refugiados espalhados ao redor mundo ao criar pela primeira vez da história uma delegação especial que desfilará sob bandeira olímpica, explicou nesta terça-feira o presidente da entidade, o alemão Thomas Bach.

"Queremos lançar um sinal de esperança a todos os refugiados do mundo", explicou Bach durante a sessão do COI na qual o time de refugiados foi apresentado.

"Não escolhemos deixar a nossa pátria e não escolhemos esse nome de refugiados. No início, ficamos com vergonha dessa palavra", relatou a nadadora Yusra Mardini, adolescente síria que atravessou o mediterrâneo a bordo de uma canoa furada. Aos 18 anos, ela disputará as provas dos 100 m borboleta e 100 m nado livre.

"Estamos representando 60 milhões de pessoas ao redor do mundo e posso prometer que vamos fazer de tudo para inspirá-las", acrescentou.

O time de refugiados terá dez atletas, do Sudão do Sul, Síria, Etiópia República do Congo, em três modalidades: atletismo, natação e judô.

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