Esporte

Ginga carioca

11/08/2016 21h48

Rio de Janeiro, 11 Ago 2016 (AFP) - Confira abaixo as principais curiosidades registradas nesta quinta-feira nos Jogos Olímpicos Rio 2016:

. Fila para a recordaçãoOs brasileiros amam fazer filas, é como se fosse uma espécie de passatempo. Do aeroporto para entrar no avião até o cinema ou teatro, mesmo que os assentos sejam marcados. E no Parque Olímpico, espontaneamente, fazem uma fila para tirar foto com os arcos. "Fico cinco minutos aqui, mas vale à pena para ter uma foto limpa", disse alguém, enquanto preparava o celular para tirar uma selfie com o resto da família. E a cena se repete em cada um dos arcos instalados no Parque. Tudo pela recordação. (AFP)

. Bairro em festaO bairro onde Yuri Alvear foi criada comemorou muito a prata da judoca colombiana. Na casa da atleta na cidade Portal de Jordán, localizada no município de Jamundí, no Valle del Cuaca, estavam parentes e amigos para apoiá-la à distância. No momento em que Alvear pegou a medalha de prata, escutou-se um "sonoro aplauso" no local, onde há alguns anos a atleta percorria "rua a rua" vendendo todo tipo de produtos para custear as viagens que precisava fazer, segundo publicado nesta quinta-feira pelo jornal El Tiempo. "Um pódio olímpico não é qualquer coisa (...) Pouco a pouco as coisas vão acontecendo e ela sempre está melhorando", disse Alnoldi Alvear, pai da judoca, que colocou uma blusa amarela em apoio a sua filha, que melhorou em relação ao bronze conquistado em Londres-2012. (AFP)

. Polêmica mão no coração"Me desculpo com todos os que se sentiram feridos. Não queria ser desrespeitosa", afirmou Gabby Douglas depois de não fazer gesto de colocar a mão direita no coração, como marca da tradição, durante a execução do hino americano após o título olímpico por equipes na ginástica artística. "Estou muito impactada pelo que nossa equipe fez hoje e muito contente de dar uma nova medalha de ouro para o país", acrescentou a ginasta que em Londres-2012 se tornou a primeira americana campeã olímpica na classificação geral. Compatriotas incomodados encheram a conta no Twitter da atleta com queixas. (AFP)

. Lobo chechenoArthur Biyarslanov não imaginava que algum dia fosse representar o Canadá na competição de boxe nos Jogos Olímpicos. Apelidado de "O Lobo Checheno", o pugilista de 21 anos ganhou o primeiro combate na categoria de até 61kg, apesar de sofrer vários golpes, um deles importante, no olho direito. Sua infância foi muito difícil, tendo que se esconder e mudar de casa em uma Chechênia arrasada pela guerra e marcada por tragédias. Biyarslanov passou metade da sua vida no Canadá. Sua família se refugiou no Azerbaijão quando ele tinha 4 anos. Quando fugia em meio as bombas, um soldado lhe perguntou como se chamava, e ele respondeu: "Meu nome é o Lobo Checheno!". (AFP)

. Divisão de bandeirasO Catar não teve problemas em construir uma equipe de basquete masculino usando o cheque, atraindo jogadores de diversas origens. E nos Jogos do Rio quer ganhar também o carinho dos torcedores. Na partida desta quinta-feira, diante da Tunísia, que terminou em 25-25, viu-se nas grandes pessoas dividindo bandeiras dos Emirados Árabes para passar a imagem de que os vice-campeões mundias jogavam como "em casa". A imprensa brasileira identificou as pessoas que compartilhavam as bandeiras como funcionários da Casa do Catar no Brasil. (AFP).

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