Esporte

Nado sincronizado do Rio-2106 começa em piscina limpa às pressas

14/08/2016 14h41

Rio de Janeiro, 14 Ago 2016 (AFP) - As competições de nado sincronizado dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro começaram neste domingo em uma piscina de água cristalina, limpa às pressas durante a noite.

A dupla russa composta por Natalia Ishchenko e Svetlana Romashina tenta revalidar o título que conseguiu há quatro anos em Londres. E no primeiro dia, as russas levaram a máxima pontuação da rodada livre preliminar. Esta nota, somada à nota da rodada técnica de segunda-feira, decidirá que as nadadoras avancem à final.

A Rússia levou o ouro nas últimas quatro edições dos Jogos Olímpicos.

As espanholas Gemma Mengual e Ona Carbonell, prata com outras parceiras em Pequim-2008 e Londres-2012, respectivamente, buscarão subir ao pódio. Com seu primeiro exercício, alcançaram a quarta melhor nota, 93,7667 pontos, com uma coreografia flamenca "que deixa todos apaixonados", comentou Carbonell.

"Sabemos que podemos melhorá-la, esperamos que melhore na final, o objetivo é buscar as medalhas", completou. "Está difícil, já sabíamos, mas a competição acaba de começar", explicou por sua parte Mengual, que com seus 39 anos volta aos Jogos Olímpicos, oito anos depois de Pequim.

A nadadora veterana considerou que a piscina "ainda estava um pouco turva", embora nada em comparação com a cor verde alga que na véspera obrigou a drenar a piscina e bombear água limpa para a competição, que exige que os juízes possam ver as nadadoras e que estas possam se ver entre elas.

"Ontem era uma piscina impraticável e hoje pudemos competir. A medida foi necessária e funcionou. Como estava não era um padrão olímpico e não poderíamos competir, os atletas do polo aquático acabaram competindo, imagina nós que temos que estar sempre com os olhos abertos", completou.

O trabalho de drenagem da piscina durou 11 horas, segundo Mário Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016.

A piscina adjacente, para os saltos ornamentais, continuava verde neste domingo, mas a organização descarta mudar a água.

As mexicanas Karem Achach e Nuria Diosdado se localizam na 11ª posição de 24. A dupla colombiana composta por Estefanía Álvarez e Mónica Arango terminou na 17ª e as gêmeas argentinas Sofía e Etel Sánchez na 19ª.

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