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Fora da Renault, Kevin Magnussen será substituto de Gutiérrez na Haas

Rob Griffith/AP
Dinamarquês deixa a Renault ao fim da temporada e assume vaga ao lado de Grosjean Imagem: Rob Griffith/AP

Da AFP, em São Paulo

11/11/2016 16h54

O mexicano Esteban Gutiérrez, que participa neste fim de semana do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, anunciou nesta sexta-feira sua saída da escuderia americana Haas, e será substituído pelo dinamarquês Kevin Magnussen, que deixa a Renault.

"Caros amigos, quero anunciar que não vou continuar com a Haas F1 Team na próxima temporada", postou o piloto de 25 anos no Twitter.

"Quero agradecer a escuderia e toda a equipe, principalmente Gene Haas, por terem me dado a oportunidade de trabalha com eles", afirmou o mexicano, que não marcou um ponto sequer nesta temporada.

"Ainda temos duas corridas pela frente e pretendo aproveitar cada momento. Espero poder compartilhar meus novos projetos com vocês em breve", completou Gutiérrez.

Estreante na F1, a escuderia americana fez um bom início de temporada, com o francês Romain Grosjean surpreendendo a todos ao somar 29 pontos.

Grosjean terá como companheiro de equipe Kevin Magnussen, que anunciou a saída da Renault por não ter obtido um contrato de longo prazo com a escuderia francesa.

Filho de Jan Magnussen, que disputou 25 corridas de F1 de 1997 a 1998, o dinamarquês teve como maior feito o segundo lugar alcançado no GP da Austrália de 2014, com a McLaren.

"Kevin sempre fez parte da nossa lista, desde o momento em que começamos a procurar pilotos", explicou Gene Haas, fundador da escuderia americana.

O anúncio de contratação de Magnussen no lugar de Gutiérrez tira mais uma opção para garantir a presença do brasileiro Felipe Nasr na F1.

Nasr tem como prioridade continuar na Sauber, mas ainda não assegurou sua vaga e viu duas portas se fecharem com a renovação de Jolyon Palmer na Renault e a chegada de Estaban Ocon na Force India.

Como Felipe Massa (Williams) anunciou que vai deixar a modalidade ao final da temporada, o Brasil corre risco de ficar sem representante na categoria máxima do automobilismo pela primeira vez desde 1969, quando Emerson Fittipaldi estreou na F1.

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