Esporte

Stade de France observa minuto de silêncio por atentados em Paris

11/11/2016 23h19

Paris, 12 Nov 2016 (AFP) - O Stade de France observou nesta sexta-feira um minuto de silêncio, antes do início da partida entre França e Suécia pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, abrindo um final de semana que será marcado por homenagens aos 130 mortos e centenas de feridos nos atentados de 13 de novembro, em Paris.

Ao menos 80 mil torcedores observaram o minuto de silêncio para recordar as 130 vítimas dos piores atentados perpetrados na França, reivindicados pelo grupo jihadista Estado Islâmico.

Nesta sexta, a França venceu a Suécia de virada por 2 a 1, e se isolou na liderança do grupo A da competição, dando mais um passo rumo à Copa da Rússia.

Mas na noite de 13 de novembro de 2015, quando a França disputava um amistoso contra a Alemanha no mesmo Stade de France, três suicidas se explodiram em torno do estádio, situado no norte de Paris.

"É preciso recordar: 130 mortos e centenas de feridos. Primeiro por quem morreu, mas também por todos os que sobreviveram; que precisam de alento, apoio e solidariedade", afirmou o presidente francês, François Hollande.

Os ataques foram realizados por três comandos extremistas, que além dos 130 mortos deixaram mais de 400 feridos, 20 dos quais seguem hospitalizadas. Outras 600 pessoas permanecem recebendo ajuda psicológica.

Em Saint-Denis, onde está o Stade de France, um primeiro homem-bomba se explodiu na parte externa do estádio, às 21h20. Às 21h50, um segundo ataque suicida, e logo depois um terceiro, às 21H53.

Às 21h25, o restaurante Le Petit Cambodge e o bar Le Carillon, no nordeste da capital francesa, são metralhados. Três homens seifam vidas com tiros de kalashnikov. Aleatoriamente.

O "comando dos cafés" prossegue seu caminho macabro, em frente ao bar A la bonne bière e a pizzaria Casa Nostra, depois o bistrô La Belle équipe. Cada vez, os atacantes saem de um Seat preto e matam com uma calma impressionante.

Um dos extremistas acaba por se explodir em um restaurante no boulevard Voltaire.

O pior ataque ocorre no Bataclan, lotada para um concerto do grupo de rock californiano Eagles of Death Metal.

O show se transforma em uma carnificina. Três jihadistas franceses, retornados da Síria, deixam 90 mortos, enquanto sobreviventes, muitas vezes feridos, escondem-se, fingindo-se de mortos entre os cadáveres.

ybl-kn-cda/jz/lr

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