Esporte

International Board avalia auxílio do vídeo para Copa 2018

02/03/2017 15h36

Zurique, Suíça, 2 Mar 2017 (AFP) - O uso de recursos de vídeo no futebol, que estão em fase de testes e que a Fifa quer utilizar na Copa do Mundo de 2018, é um dos temas a ser debatido, nesta sexta-feira, na Assembleia Geral da International Board (Ifab), organismo que cuida das regras do esporte.

A Ifab vai debater as diversas experiências realizadas com o uso da tecnologia de vídeo, assim como a possibilidade de uma quarta substituição na prorrogação. Os executivos da instituição vão se reunir no estádio de Wembley, em Londres.

A reunião vai acontecer um ano depois da última revisão global das regras do esporte. Desde o impedimento até a roupa dos jogadores, a Board trata de várias questões para facilitar as regras.

"Esperamos ter vídeo-arbitragem durante o Mundial de 2018", falou o presidente da Fifa, Gianni Infantino, no final do ano passado. O mandatário é um dos membros da Ifab.

"Eu era bastante cético, porque achava que o vídeo poderia ter impacto no ritmo de jogo. Mas depois me dei conta que nos testes isso não acontece. Vamos multiplicar as experiências durante dois anos e em março de 2018 decidiremos", falou Infantino.

Em 2016, o organismo autorizou ensaios em condições reais durante dois anos. Foi o primeiro passo para uma grande mudança na história do futebol.

Vários países estão provando o dispositivo, entre eles Alemanha, Estados Unidos, França e Holanda, sob o comando das federações ou ligas profissionais.

- Polêmicas e opiniões -A vídeo-arbitragem também foi utilizada durante o Mundial de Clubes em dezembro de 2016, com polêmicas. Um gol do português Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, foi apontado como válido, mas depois foi anulado por impedimento.

Na sequência, o árbitro validou o gol novamente, no meio de uma confusão entre jogadores, árbitros e assistentes de vídeo.

O croata Luka Modric foi contrário ao sistema: "isso gera confusão. Espero que não continue, porque para mim não é futebol".

Na primeira semifinal, entre Kashima Antlers e Atlético Nacional, um pênalti foi assinalado vários segundos depois da falta, o que incomodou os jogadores.

A Ifab também vai examinar a opção de introduzir uma quarta substituição, uma a mais das três permitidas atualmente. O organismo também lançou um experimento de dois anos em competições como o torneio feminino das Olimpíadas e a Eurocopa Sub-21.

Nas quartas de final da categoria feminina nos Jogos Olímpicos, entre Suécia e EUA, foi a primeira vez que uma partida teve a quarta substituição.

A Ifab também vai avaliar a troca do cartão amarelo pela expulsão temporária, nas categorias de base. Isso não vai se aplicar no profissional nem nas seleções, precisou a organização.

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