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Rússia e Nova Zelândia dão o pontapé inicial na Copa das Confederações

Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
Atacante Golovin é a principal esperança de bom futebol da Rússia Imagem: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images

Da AFP, em São Petersburgo (Rússia)

16/06/2017 13h39

Rússia e Nova Zelândia se enfrentam neste sábado em São Petersburgo, às 12h (de Brasília), na partida de abertura da Copa das Confederações-2017, que servirá para medir a capacidade do país europeu e o entusiasmo de sua população a um ano da Copa do Mundo.

Após encadear anos de decepções, desde que disputou as semifinais da Eurocopa-2008, a Rússia enfrenta o torneio com o objetivo de apresentar ao mundo uma seleção que seja capaz de lutar para estar entre as melhores do mundo.

Na Eurocopa na França, no ano passado, a Rússia chegou ao fundo do poço, sendo eliminada na fase de grupos. Para piorar, 'hooligans' russos envergonharam o país arrumando brigas e aterrorizando as cidades francesas sedes da Euro.

Para encontrar um novo rumo, a Federação Russa colocou no comando técnico da seleção Stanislav Cherchesov, no intuito de rejuvenescer uma equipe que parecia andar para trás.

Um ano depois, da lista de 23 jogadores que disputaram a Eurocopa, somente 9 nomes estarão na Copa das Confederações. No time titular, são três sobreviventes: o goleiro Igor Akinfeev e os atacantes Fedor Smolov e Alexander Golovin.

Este último, de 21 anos e do CSKA de Mosco, é o líder da nova geração de jogadores russos e, depois do fracasso na França, se apresenta como a esperança de um novo momento positivo na seleção.

Além de Golovin, outros jovens que estão chamados a atenção são o meia Alexei Miranchuk (21 anos) e o zagueiro Georgi Dzhikya (23).

Estes jogadores tentarão erguer o ânimo de uma torcida desesperada pelos sucessivos fracassos e que não parece motivada a assistir aos jogos da Copa das Confederações. Mesmo assim, espera-se que o recém-inaugurado estádio de São Petersburgo esteja lotado para a estreia.

Sangue novo nos All Whites

A seleção russa não tem outra opção a não ser ganhar da Nova Zelândia, chamada de 'patinho feio' do grupo A, que, em sua quarta participação na Copa das Confederações sonha em passar pela primeira vez da primeira fase.

Para alcançar esse objetivo, o jovem técnico inglês Anthony Hudson montou uma equipe com alguns veteranos, como o atacante do Leeds Chris Wood, que, apesar de não ter cumprido 26 anos de idade, já tem no bolso experiência de duas Copas do Mundo (2010 e 2014), uma Copa das Confederações (2009) e os Jogos Olímpicos de 2016.

Outros jovens de destaque nos All Whites são o atacante Marco Rojas, de pai chileno, e Ryan Thomas, um meia talentoso.

A América do Sul também estará representada nesta partida de abertura pelo colombiano Wilmar Roldán, que será o árbitro do jogo.

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