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Médico do River Plate nega uso de diurético pego em exame antidoping

Juan Mabromata/AFP Photo
Lucas Martinez Quarta, jogador do River Plate flagrado em exame antidoping Imagem: Juan Mabromata/AFP Photo

23/06/2017 15h27

O médico Pedro Hansing afirmou, nesta sexta-feira, que o diurético que apareceu no teste antidoping de Camilo Mayada e Lucas Martínez Quarta nunca fez parte da lista de medicamentos do River Plate.

"A substância detectada, a hidroclorotiazida, é um diurético que não traz vantagem esportiva. Pode servir para esconder outras substâncias. Não usamos isso na nossa bateria de medicamentos habitual. Pode ter sido uma contaminação acidental", disse Hansing, em coletiva de imprensa no prédio do clube.

O técnico Marcelo Gallardo também participou da coletiva e saiu em defesa dos jogadores. "São pessoas extraordinárias. Isso nos traz angústia e dor, porque queremos proteger a integridade profissional de ambos. E também indignação, porque foram faladas barbaridades", em relação a rumores da imprensa de que outros jogadores estariam envolvidos.

A Conmebol informou o caso positivo de Martínez Quarta na quarta-feira, depois de testes no jogo do dia 10 de maio, contra o Emelec.

Um dia depois, chegou a comunicação do segundo caso, do volante uruguaio Mayada, na partida vencida contra o Melgar.

"Estamos fazendo um levantamento de toda a medicação e suplementos que são dados aos jogadores. Buscamos qual é a fonte da contaminação", falou Hansing.

Martínez Quarta foi suspenso provisoriamente e vai ficar de fora do jogo pelas oitavas de final da Libertadores, contra o Guarani do Paraguai. Gallardo admitiu que a suspensão de Mayada pode chegar nas próximas horas.

No jogo contra o Melgar, Mayada fez um gol e deu uma assistência. River espera a contra-prova e vai entregar o resultado em audiência da Conmebol.

"Tenho muita bronca por esse baile que não pudermos ir. Tivemos uma explosão de informações. Agora queremos encontrar respostas", comentou o médico, há 25 anos no clube.

Gallardo admitiu que este momento é o mais complicado nos três anos que é treinador, porque é um fato que extrapola o fator esportivo. "Temos a consciência tranquila e pedimos calma. A preocupação principal é respaldar o aspecto humano, mais do que me preocupar com o esportivo", comentou o treinador.O médico Pedro Hansing afirmou, nesta sexta-feira, que o diurético que apareceu no teste anti-doping de Camilo Mayada e Lucas Martínez Quarta nunca fez parte da lista de medicamentos do River Plate.

"A substância detectada, a hidroclorotiazida, é um diurético que não traz vantagem esportiva. Pode servir para esconder outras substâncias. Não usamos isso na nossa bateria de medicamentos habitual. Pode ter sido uma contaminação acidental", disse Hansing, em coletiva de imprensa no prédio do clube.

O técnico Marcelo Gallardo também participou da coletiva e saiu em defesa dos jogadores. "São pessoas extraordinárias. Isso nos traz angústia e dor, porque queremos proteger a integridade profissional de ambos. E também indignação, porque foram faladas barbaridades", em relação a rumores da imprensa de que outros jogadores estariam envolvidos.

A Conmebol informou o caso positivo de Martínez Quarta na quarta-feira, depois de testes no jogo do dia 10 de maio, contra o Emelec.

Um dia depois, chegou a comunicação do segundo caso, do volante uruguaio Mayada, na partida vencida contra o Melgar.

"Estamos fazendo um levantamento de toda a medicação e suplementos que são dados aos jogadores. Buscamos qual é a fonte da contaminação", falou Hansing.

Martínez Quarta foi suspenso provisoriamente e vai ficar de fora do jogo pelas oitavas de final da Libertadores, contra o Guarani do Paraguai. Gallardo admitiu que a suspensão de Mayada pode chegar nas próximas horas.

No jogo contra o Melgar, Mayada fez um gol e deu uma assistência. River espera a contra-prova e vai entregar o resultado em audiência da Conmebol.

"Tenho muita bronca por esse baile que não pudermos ir. Tivemos uma explosão de informações. Agora queremos encontrar respostas", comentou o médico, há 25 anos no clube.

Gallardo admitiu que este momento é o mais complicado nos três anos que é treinador, porque é um fato que extrapola o fator esportivo. "Temos a consciência tranquila e pedimos calma. A preocupação principal é respaldar o aspecto humano, mais do que me preocupar com o esportivo", comentou o treinador.

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