Esporte

Na espera por novas adversárias, Cyborg dá um tempo no Invicta e mira superlutas no UFC

02/07/2016 09h00

Depois de anos de especulação, Cris 'Cyborg' finalmente estreou no UFC. Ela atropelou a rival, colocou seu nome no topo e, tamanha a aprovação, se colocou a disposição do evento para mais duelos. Desde que eles sejam, assim como o primeiro, em um peso combinado de até 63 kg. Ou seja, cinturão apra que? - Diego Ribas

Cris ‘Cyborg’ estreou com vitória fulminante no octógono do UFC – Diego Ribas

Cris ‘Cyborg’ estreou com o pé direito no UFC quando diante de seus fãs em Curitiba, sua cidade natal, nocauteou a rival Leslie Smith no primeiro assalto, em maio passado. O sucesso alimentou ainda mais rumores sobre os próximos passos da brasileira que, atual campeã peso-pena (66 kg) do Invicta FC, poderia defender seu posto, voltar a fazer lutas em peso-casado no octógono ou até mesmo sonhar com a criação de sua categoria no maior show de MMA do mundo. E ao que tudo indica, a incógnita segue no ar.

Isso porquê, de acordo com a brasileira em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, o Invicta FC pediu um tempo a ela para que a organização conseguisse promover a categoria a certo ponto de encontrar novos nomes que pudessem lhe fazer frente no octógono. Mas, enquanto isso, a brasileira volta a abrir as portas para uma possível luta até 63 kg no Ultimate.

“Na verdade, a Shannon Knapp quer mais um tempo para conseguir mais adversárias na minha categoria. Então vai ter meninas lutando no próximo evento e, enquanto isso, enquanto a minha categoria cresce, posso fazer lutas em peso-casado no UFC. Se tiver a possibilidade. Meu foco é treinar”, garantiu.

Se de fato, ao menos a curto prazo, o Invicta não é uma opção, nada mais natural do que almejar uma nova superluta no UFC. E opções não faltam para o segundo semestre. Enquanto em setembro o UFC retorna ao Brasil, provavelmente em novo card em Brasília, dois meses depois o evento estreia em Nova York, em card que deve ser programado nos mínimos detalhes para garantir uma noite história no Madison Square Garden.

“Não gosto de escolher adversário ou luta, em setembro eu já estarei preparada. Quem estiver preparada, eu vou estar pronta para lutar. credito que o card de Nova York vai ser maneiro e muito bom. Quem sabe eu não tenho uma oportunidade de lutar com uma das meninas. Estou só aguardando”, deixou no ar.

Curiosamente, uma recente movimentação parece abrir novos horizontes para as atletas na organização. Assim como Cyborg, outras lutadoras já experimentaram realizar combates em divisões intermediárias, como até 63 kg ou até 57 kg, o que pode sinalizar o interesse do show em criar novas divisões.

“Na verdade, eles estão fazendo o possível para ter novas categorias e eu acho possível. Estou trabalhando para isso. Acho que vão abrir mais categorias e se eles querem que o MMA feminino cresça, eles precisam abrir novas categorias. Assim como os homens”, decretou a veterana que conta com 16 vitórias e apenas uma derrota em sua carreira como profissional.

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