Esporte

Quem diria? Dos Anjos vive dias de celebridade antes de defender cinturão

Ag. Fight

05/07/2016 18h10

Pacato, de poucas palavras e um tanto quanto avesso à superexposição que as conquistas no MMA causaram em sua vida, o campeão peso-leve (70 kg) Rafael dos Anjos colhe os frutos do sucesso no octógono em claro reconhecimento dos fãs. Se antes o carioca passava desapercebido em eventos de grande porte do UFC, o que se viu nesta terça-feira (5) em Las Vegas (EUA) foi o passo consolidado rumo à construção de um grande ídolo.

Diante de uma sessão de treino aberto para os fãs no Hotel Cassino MGM que demorou cerca de quatro horas, Dos Anjos foi o último a se apresentar. Mas nem por isso contou com um público pequeno. Barulhentos, seus fãs colecionaram autógrafos, fotos e abraços antes e depois do evento programado, o que embora tenha atrasado um pouco o andamento do cronograma deixou claro que o atleta vive um novo nível de popularidade.

E justamente por isso o atleta vive um momento ainda mais delicado. Além de pressão de defender o cinturão contra um dos atletas mais duros da divisão – Rafael encara Eddie Alvarez nesta quinta-feira (7) -, o carioca entra mais uma vez em rota de colisão com Conor McGregor, como pôde ser visto pela insistência da própria imprensa internacional no assunto.

O duelo, programado para março passado, não saiu do papel por conta de uma lesão do brasileiro, que foi substituído por Nate Diaz em cima da hora, O americano quebrou a banca ao finalizar o irlandês e levar para casa uma das maiores premiações do ano, além de garantir a revanche para agosto deste ano, também em Vegas. E, caso vença, a permanência de Conor como peso-leve é praticamente dada como certa.

“Conor McGregor é o campeão dos penas e eu dos leves. Não posso bater 66 kg, teria que cortar uma perna . Ele quer ser campeão em duas categorias. Meu trabalho é manter meu cinturão. O dia que ele merecer ser o cinturão, eu estarei lá”, convidou publicamente durante conversa com jornalistas.

E, como todos sabem, manter uma rivalidade e anotar um triunfo importante sobre um rival conhecido (veja o caso de Anderson Silva ao vencer Chael Sonnen, por exemplo) são outros dois grandes passos para se tornar um ídolo neste esporte. E, meio que sem perceber, Dos Anjos vai, pouco a pouco, cumprindo cada item da lista. Sim, o assédio de hoje não foi por acaso.

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