Esporte

Anderson Silva diz que pediu por chance: "Espero que Jones não fique bravo"

Ag. Fight

07/07/2016 23h04

Visivelmente contrariado com a divulgação dos resultados do exame, Jones entrou em um acordo com a organização do UFC e, para minimizar a quebra do código de conduta do evento, aceitou participar de um tratamento para dependentes clínicos. Mas, curiosamente, ele passou apenas uma noite na clinica e nunca mais voltou - Diego Ribas

Jon Jones foi retirado do card do UFC 200 após flagra no doping – Diego Ribas

Depois de muito negar, o próprio Dana White anunciou Anderson Silva como substituto de Jon Jones para o duelo contra Daniel Cormier no card principal do UFC 200, evento marcado para este sábado (9). No entanto, a disputa, que será realizada pela categoria dos meio-pesados (93 kg), ganhou uma curiosidade durante a coletiva de imprensa quando o brasileiro pediu que ‘Bones’ não ficasse chateado.

Isso porquê, Anderson revelou que pediu pelo combate duas horas após saber da notícia de que seu amigo Jones havia sido flagrado no exame antidoping e consequentemente retirado do card deste sábado. Mas em claro sinal de respeito ao amigo, Spider analisou sua situação e pediu que ele entendesse a postura adotada.

“A USADA deixou tudo mais profissional. Temos que nos cuidar e saber de tudo que tomamos. Desejo tudo de bom para ele e espero que ele não fique bravo por eu ter pedido essa luta no lugar dele”, narrou um sorridente Anderson, que aos 40 anos subirá de categoria para enfrentar o campeão dos meio-pesados.

Após ouvir do patrão Dana White que ele fez os testes mínimos necessários para se apresentar, o brasileiro, ex-campeão do médios (84 kg), garantiu que não subestimou o rival e que na verdade a disputa é um dos grande desafios de sua carreira. E é isso mesmo que o motiva.

“Não estou subestimando ele, não estou preocupado em ser campeão ou provar nada. Sei que não estou treinando faz um tempo, mas confio que posso fazer uma boa luta com ele. Já passei pelas piores coisas possíveis no octógono do UFC”, afirmou, se referindo ao período de quase quatro anos de jejum que inclui derrotas, uma fratura na perna e um teste positivo em um exame antidoping.

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