Esporte

Sem lutar desde 2014, Assunção admite apreensão para voltar ao UFC

07/07/2016 11h00

Assunção já enfrentou e venceu Dillashaw em 2013 - Diego Ribas

Raphael Assunção já enfrentou e venceu Dillashaw em 2013 – Diego Ribas

O brasileiro Raphael Assunção viverá um momento extremamente especial em sua vida neste sábado (9), quando enfrentará TJ Dillashaw no card preliminar do UFC 200, que será realizado em Las Vegas (EUA). Não apenas pelo fato de que estará encarando o ex-campeão dos galos (61 kg) e adversário que já venceu uma vez, mas sim por retornar ao octógono após mais de um ano e meio parado por conta de seguidas lesões.

Com tanto tempo afastado de uma competição profissional, Assunção admite que pode sentir uma certa apreensão ao entrar no cage, mas ao mesmo tempo o pernambucano acredita que seu desempenho nos treinos podem ajudar a minimizar esse fator.

“O treino é o que manda mais. O treino é o que equaliza tudo. Acho que não vai afetar muito (o tempo parado). Às vezes você entra um pouco mais apreensivo, porque faz tempo que eu não entro no octógono, mas acho que depois dos primeiros minutos começa a ajustar. A luta em si é um ajuste. Nunca se pode entrar apenas com o plano A”, comentou o atual número três do ranking do Ultimate.

Para conseguir finalmente retornar ao octógono, Assunção admitiu que fez pequenos ajustes em seu treinamento para evitar novas lesões. E mesmo com essas mudanças o brasileiro revelou que ainda sente alguns desconfortos, mas nada que irá atrapalhar seu desempenho dentro do cage.

“Lesão sempre se pode evitar. Vim mudando algumas coisas. Treino na mesma intensidade, mas um pouco mais inteligente. Fazemos a parte de fortalecimento e explosão. Estou bem, com 33 anos, mas bem. Sempre tem alguma coisinha (lesões), mas nada absurdo. Estou pronto para a luta”, garantiu.

Na primeira vez em que Assunção encarou Dillashaw, em outubro de 2013, o brasuca levou a melhor por decisão dividida dos juízes laterais. De lá para cá, o americano chegou até a ser campeão dos galos, mas perdeu o título para Dominick Cruz. Por isso, o recifense acredita que um triunfo no sábado o colocará direto em uma disputa por cinturão.

“Com essa vitória acho que eu vou me solidificar e o que eles falarem não fará muita diferença. Essa vitória vai me colocar no title shot. Não acho justo (ganhar title shot por ser falastrão), mas às vezes as circunstâncias são outras e é o que rola. Não vou ficar chorando pelo leite derramado”, disse.

O UFC 200 começa às 18h30 (horário de Brasília) e contará com três disputas de cinturão. Jon Jones e Daniel Cormier lutam pelo título dos meio-pesados, Miesha Tate e Amanda Nunes pelo feminino dos galos, e José Aldo e Frankie Edgar pelo interino dos penas (66 kg).

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