Esporte

Tiro de meta? Comissão aprova pacote de mudanças nas regras do MMA

03/08/2016 13h35

O MMA sofrerá algumas mudanças com as novas regras da ABC - Diego Ribas

O MMA sofrerá algumas mudanças com as novas regras da ABC – Rigel Salazar

É um novo dia no mundo MMA. Na última terça-feira (2), a ‘Association of Boxing Commissions’ (entidade que atua como reguladora dos esportes de combate tanto nos EUA como no Canadá) aprovou um pacote de mudanças nas regras unificadas da modalidade que farão grande diferença nas lutas a partir de agora. As alterações foram deliberadas no encontro anual do grupo e teve 42 votos a favor e apenas um contra, além de duas abstenções.

A principal mudança nas regras do esporte foi com relação ao método de pontuação nas lutas – um assunto que vem sendo discutido por fãs e lutadores há algum tempo. Na nova concepção na contagem de pontos, a efetividade nos golpes emplacados e nas posições no chão serão os principais pontos avaliados pelos juízes. Se os atletas estiverem empatados nesses quesitos, os árbitros passam a apreciar a agressividade dos lutadores e o controle do cage. Efetivamente, a alteração facilita contagens mais amplas do que os tradicionais 10-9 de cada round.

Outras mudanças importantes foram a remoção de duas faltas e a alteração na regra dos três apoios. A partir de agora, será necessário que o atleta esteja com os dois pés e as duas mãos no chão para que chutes e joelhadas na cabeça sejam proibidas. Ou seja, com três apoios o lutador ainda pode ser atingido, o que pode deixar o antigo tiro de meta um pouco mais próximo do MMA atual. Além disso, chutes com o calcanhar nos rins e chaves na clavícula, que eram ilegais, estão liberados daqui pra frente.

Entre todas as comissões, a única que não aprovou algumas mudanças foi a de New Jersey. Ao que parece, a entidade não deve acatar a nova regra dos quatro apoios e a liberação dos chutes com calcanhares no rins, como deixou a entender um conselheiro da ‘New Jersey State Athletic Control Board’, entidade que controla as competições no estado.

“Nós não somos a favor de nenhuma expansão de golpes na cabeça com uma mudança que autorizaria potentes chutes e joelhadas na cabeça de um lutador caído. Não devemos ser negligentes quando o assunto envolve o cérebro humano e seu bem-estar”, escreveu Nick Lembo em um comunicado de imprensa publicado na última terça-feira (2).

Até o momento, ainda não está claro se as comissões que não compareceram à conferência, como as de Missouri e Ohio, serão consideradas inativas e não adotarão as novas regras. O restante das entidades podem implementar as mudanças a partir do dia 1º de janeiro.

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