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Bicampeã olímpica descarta Ronda, mas já pensa em luta com Cyborg no MMA

AFP/Toshifumi KITAMURA
Kayla Harrison se tornou bicampeã olímpica no Rio 2016 Imagem: AFP/Toshifumi KITAMURA

Ag. Fight

28/10/2016 16h24

Kayla Harrison garantiu sua segunda medalha de ouro em Jogos Olímpicos na Rio-2016 e, como esperado, anunciou sua aposentadoria do judô. Meses depois, a americana oficializou sua transição para o MMA e viu seu nome ser comparado ao da amiga Ronda Rousey, também medalhista no tatame e ex-campeã peso-galo (61 kg) do UFC. Com isso em mente, a atleta de 26 anos descartou a possibilidade deste encontro ocorrer dentro do octógono, mas já admitiu um possível duelo com Cris Cyborg, "disputada" por várias atletas.

Em conversa com o site TMZ, Kayla afirmou que Ronda a ajudou justamente no momento de escolher como e quando fazer a transição para outro esporte. Bicampeã olímpica, Kayla revelou que carrega este sonho faz quatro anos, desde quando conquistou seu primeiro título. E, após os conselhos da amiga, soube escolher a hora certa de migrar para os cages.

“Sim, nós falamos sobre isso por anos, sobre fazer a transição. Depois de Londres, especificamente, quando eu não tinha certeza se queria seguir no judô. E ela sempre esteve lá. Não estou interessada em lutar com a Ronda. Fomos parceiras e lutamos todos os dias por sete anos. Não estou interessada em revisitar isso . E eu não posso descer para 61 kg. Teria que cortar minha perna. Já deixo isso claro desde agora", afirmou a sorridente americana.

Assim como Ronda, Kayla almeja se tornar a melhor do mundo em sua categoria, mas, para isso acontecer, ela teria que vencer Cris Cyborg, que caminha para se tornar uma das grandes estrelas do UFC.
 
"Honestamente, eu só quero ser a melhor. Acho que todos sabemos quem é a melhor na categoria dos penas (até 65,8 kg). Seria uma honra dividir um cage com a melhor das melhores lutadoras", disse sobre um possível combate contra Cyborg.
 
Maior nome do judô feminino mundial, a atleta garantiu que, aos 26 anos, não teria mais motivação para encarar outro ciclo olímpico de quatro anos. Dessa forma, o desafio de mudar de esporte e precisar aprender novas técnicas seria fundamental para a sua rotina.
 
“Sou a melhor do mundo no judô por muito tempo. É minha grande paixão, mas sinto falta da verdadeira competição. Quando eu começar a fazer MMA, só vou fazer isso se acreditar que posso bater os melhores do mundo. Não quero estar na sombra de ninguém e nem ser a segunda. Se eu for fazer, é para ser a melhor”, garantiu.
 
Com contrato assinado com o WSOF, Kayla deve competir na divisão dos penas (66 kg). Acostumada a luta com o limite de 78 kg nos tatames, a americana já é vista como uma nova motivação para o UFC abrir a categoria para o seu plantel de atletas.

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Tradutor: Bicampeã olímpica de judô já fala em enfrentar Cris Cyborg no MMA

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