Esporte

Thominhas admite importância da derrota em sua carreira: "Não estava pronto para o cinturão"

18/11/2016 14h00

thomas

Thomas Almeida fará sua primeira luta após perder a invencibilidade no MMA – Marcel Alcântara

Nada como um dia após o outro na vida de Thomas Almeida. Após ser nocauteado por Cody Garbrandt e perder sua invencibilidade no MMA em maio deste ano, o peso-galo (61 kg) paulista tirou alguns meses de folga para reestruturar sua carreira antes de recomeçar o caminho rumo ao título do UFC. E prestes a enfrentar Albert Morales no show deste sábado (19), em São Paulo, o atleta da Chute Boxe admite que a derrota o fez pensar com mais calma sobre o seu futuro.

Aos 25 anos e dono de um cartel com 21 vitórias (sendo apenas duas por decisão) e uma derrota, Thomas reconheceu que, embora muito próximo do cinturão – seu algoz Garbrandt será o próximo desafiante do título dominado por Dominick Cruz -, não era, de fato, o momento de medir forças pelo posto de melhor do mundo em sua categoria.

“Não penso em atraso, pois eu sabia que eu ainda não estava preparado para o cinturão”, narrou em conversa com a reportagem da Ag Fight. “Sou muito novo, quero chegar para ficar. Acho que não era a minha hora ainda. Venho trabalhando para que, quando chegar, ficar. Sou bem realista. Realmente, acho que não era a minha hora. Preciso fazer mais lutas. pegar mais experiências, passar por certas situações. Não quero chegar lá e fazer uma luta e bater na trave. Quero ficar”.

Diante de Morales, no show a ser realizado em sua cidade, Thomas poderá colocar em prática todas as mudanças feitas em seu jogo. Afinal, o fato de ser nocauteado no primeiro round por Garbrandt, naquele que foi seu primeiro main event no octógono do UFC, expôs falhas em seu estilo que, a partir de agora, devem dar mais oportunidades aos seus rivais.

“Isso me afetou… Agora eu estou com mais vontade de lutar, de melhorar, vontade de não cometer os erros que cometi. Sempre buscando evoluir, é isso que eu quero. Sempre soube que o caminho até chegar ao cinturão seria duro e estou vivendo isso na pele. Mas vou chegar, dar o meu melhor e provar o meu valor”, prometeu o sempre confiante atleta.

Com a responsabilidade de liderar a nova geração do MMA brasileiro, o atleta garante que reconhece o peso e cobrança e que não pretende fugir dela. Trata-se, agora, da importância em recomeçar sua caminhada encarando, pela primeira vez, o gosto de vir de uma derrota.

“Não recomeço do zero. Jamais do zero, mas tenho que trabalhar duro e focar ainda mais. Venho trabalhando duro para ser a realidade e não apenas a promessa”.

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