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Cris 'Cyborg' cogita deixar UFC caso não criem sua categoria

AP Photo/Eraldo Peres
Cris ‘Cyborg’ colocou em dúvida sua carreira no UFC Imagem: AP Photo/Eraldo Peres

Ag. Fight

02/12/2016 07h00

 

Não é segredo que Cris ‘Cyborg’ apresenta dificuldades para bater o peso casado (63,5 kg) em que fez suas duas lutas dentro UFC. A atleta, antes de chegar à maior organização de MMA do mundo, estava acostumada a se apresentar na divisão dos penas (66 kg), o que explica a atual briga com a balança. Inconformada com a situação, a brasileira afirmou batalhar pela criação de sua categoria e já cogita deixar a organização caso não tenha seu pedido atendido.

Ex-campeão do Strikeforce e atual dona do título do Invicta FC, Cyborg assinou um contrato de quatro lutas com o UFC. Mas devido a escassez de atletas na sua faixa de peso, para se manter ativa a lutadora optou por aceitar que as disputas fossem em um peso combinado, o que aparenta ter sido sacrificante. Em entrevista ao site do jornal peruano "El Comercio", ela revelou que caso o evento não crie sua categoria já planeja a ida para outras empresas de MMA, como o Rizin e o Bellator.

“Vou continuar lutando para abrir mais divisões (no UFC). Se não tiver uma divisão no UFC, vou para alguma empresa como Rizin, Bellator ou outro evento na minha divisão. Vou continuar a lutar por ela. Quero ficar em 145 libras (65,7kg), sei que não é bom para a minha saúde ter que descer para 140 libras (63,5kg). A principal coisa é que existem duas lutas na minha categoria, vou ficar e ver se o UFC abre minha divisão. Se não fizer isso, vou (embora). Me preparei por quase três anos para lutar em 145 libras (66 kg). Depois, a minha equipe viu aue poderia lutar com até 140 libras e, finalmente, fiz isso para estrear no UFC. Foi muito difícil chegar nesse peso, mas era a única oportunidade de entrar no UFC. Acho que no momento só penso em lutar, não há muito espaço em minha mente para outras coisas”, contou.

Cris Cyborg também questionou o fato de mesmo após um ano parada Ronda Rousey ter recebido a chance de disputar o cinturão peso-galo (61 kg) contra Amanda Nunes, no UFC 207. Para ela a organização do evento está priorizando o show ao merecimento dos atletas. Ex-campeã mundial de jiu-jitsu, a curitibana é considerada por muitos especialistas como a lutadora mais dominante do MMA feminino. Sua última e única derrota foi em 2005, depois disso ela já acumula 16 vitórias seguidas.

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