Esporte

Freguês de campeões do UFC, Benavidez promete buscar até dez lutas contra 'DJ'

03/12/2016 10h00

Diego Ribas

Joseph Benavidez encara Henry Cejudo neste sábado, em Las Vegas – Diego Ribas

Joseph Benavidez é um dos maiores nomes do MMA, sem sombras de dúvida. Mas, aos 32 anos e dono de um cartel renomado, o americano carrega uma curiosidade sobre as quatro derrotas que possui na carreira como profissional. Afinal, duas foram anotadas diante de Demetrious Johnson e as demais para Dominick Cruz, ambos campeões incontestáveis e dominantes de suas divisões – a dos moscas (57 kg) e dos galos (61 kg), respectivamente. Por isso a encruzilhada está mais do que desenhada.

Sem a possibilidade de subir para as penas (66 kg), resta a Benavidez seguir enfrentando seus rivais nos moscas à espera de uma oportunidade (a terceira) de lutar pelo cinturão diante do lutador que aparece como aquele capaz de bater os recordes de Anderson Silva no octógono. E apesar do cenário desanimador, nada parace abalar a confiança do americano.

“O quê vem a seguir? ‘DJ’ (Demetrious Johnson). Atualmente eu não penso em subir de novo”, garantiu, em conversa com a reportagem da Ag. Fight durante o ‘Media Day’ realizado na última quinta-feira (1º). “Tenho sabedoria e competitividade, nós poderiamos lutar dez vezes e seriam ótimas lutas, qualquer um poderia vencer. Somos dois dos melhores lutadores do mundo. Não sei se a grande questão seria lutarmos três vezes, nós já lutamos duas vezes, têm fãs que dirão que não podemos lutar três vezes, mas têm fãs que dirão que assistiriam dez vezes”.

Treinador da última temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Benavidez dividiu o comando do show ao lado de Henry Cejudo, campeão olímpico de wrestling, rival com quem medirá forças neste sábado (3), em Las Vegas (EUA). Embora com pouca visibilidade, o duelo deve colocar o vencedor em rota de colisão pelo título novamente. E como chamariz, o clima nada amistoso entre eles durante as gravações do programa garantiu o ambiente necessário para o confronto.

“Ele me incomodava, dizia coisas que me incomodavam”, analisou. “Não gostava dele, mas no show eu pensei que teria que conviver com ele por seis semanas. Não tinha expectativas, mas eu pensava que não seria ruim, que ele provavelmente era um cara legal. No entanto, assim que entramos no programa percebi que não gostava dele. Nós somos completamente diferentes, percebi que definitivamente não gosto dele ainda mais agora”.

Apesar de reconhecer a dificuldade de sua situação nos planos do UFC, Benavidez revelou o segredo para que sua carreira siga competitiva. Para ele, o que parece tão importante quando se dedicar, é encontrar motivação para seguir treinando e lutando em alto nível. E isso não é a parte mais fácil desse jogo chamado MMA.

“As pessoas me perguntam como consigo me manter motivado… Isso é vida, isso é legado, isso é tudo. E essa luta é ainda mais excitante, é um passo na direção certa, a final do show ‘The Ultimate Fighter‘. É um oponente que quero enfrentar mais do que os outros, eu não sinto que tenho um trabalho, amo fazer isso todos os dias então é muito excitante”, finalizou.

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