Esporte

"Bate-Estaca" desafia Carla Esparza: "Acho que ela não quer ser lutadora"

Ag. Fight

03/01/2017 11h00

Rigel Salazar

Quinta colocada do ranking oficial dos pesos-palhas (52 kg) do UFC, Jéssica ‘Bate-Estaca’ terminou de forma inesperada a temporada 2016. Escalada para participar do show de número 207 da organização, evento realizado na última sexta-feira (30), em Las Vegas (EUA), a brasileira ficou sem adversária às vésperas da disputa e acabou retirada do card. Com o camp feito e próxima de uma disputa de título, a atleta agora faz campanha para encontrar uma rival para lutar em janeiro. O que não parece nada fácil.

Depois da lesão de Maryna Moroz, que foi a primeira atleta escalada para enfrentá-la no último show do UFC do ano, Jéssica chegou a ter Angela Hill como oponente, mas apenas por algumas horas. Isso porquê, a americana acabou vetada pela política antidoping da USADA, que exigia que a campeã do Invicta tivesse pelo menos quatro meses de disponibilidade para testes com a entidade antes que pudesse pisar no octógono. Por isso, surgiu a ideia de Carla Esparza, primeira campeã da categoria no evento.

“Não importa quem seja a adversária”, afirmou em conversa com a reportagem da Ag. Fight. “A Angela não vai poder lutar. O UFC está em busca de adversária. Quero muito lutar antes de ter a chance de disputar o cinturão. Pode vir a Carla, pode vir qualquer uma. Eu quero a Carla, ela vive chorando dizendo que não tem luta e que está sem dinheiro. Esse card era só ter pedido . Mas acho, como diz a Amanda , que ela está esperando um pirulito para aceitar ”.

Ex-campeã do Invicta e do UFC, Carla Esparza fez apenas uma luta por ano nas quatro últimas temporadas. No entanto, ao mesmo tempo em que alterna lesões e lutas recusadas, a americana reclama da inatividade e pede por mais opções dentro do evento. Postura essa que parece incomodar algumas rivais, que insistem em desafiá-la.

“Eu não sei o que a Carla Esparza quer da vida dela. Acho que ela não quer ser lutadora não. Acho que ela quer só fazer a parte de mídia. Para lutar, tem que pegar qualquer uma. Ela é a terceira do ranking. E ela se ela fosse a dona do cinturão? Não ia lutar comigo? Não tem que correr. Ela vive correndo, não sei o que ela quer. Mas eu vou continuar pedindo ”, brincou.

Apesar de ter ficado de fora do card, a brasileira seguiu firme na dieta e, à espera de uma luta a ser confirmada nos próximos dias, aproveitou que estava nos EUA para treinar com atletas de outras divisões e academias. E a experiência parece ter agradado a paranaense.

“A gente veio uma semana antes para estar bem condicionada e poder dar um show de verdade. Mas quando cheguei, depois de dois dias o UFC me mandou mensagem dizendo que não teria luta. Mas o mestre falou para eu ficar e treinar como se fosse ter uma luta. Treinei com grandes meninas, como Raquel , Roxanne e Nina . Já deu para ver como eu estou”, analisou.

Confira a entrevista completa em vídeo aqui

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