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Com luta no UFC Nova York, Durinho mira torneio de jiu-jitsu

Rigel Salazar/Ag Fight
Gilbert Durinho retorna ao octógono no dia 11 de fevereiro, nos EUA Imagem: Rigel Salazar/Ag Fight

Ag. Fight

06/01/2017 10h00

Gilbert 'Durinho' tem duelo marcado para o próximo dia 11 de fevereiro, quando encara Paul Felder no UFC Brooklyn, em Nova York (EUA). E mesmo com um desafio tão importante em vista, o peso-leve (70 kg) brasileiro já tem olhos para o futuro, mais especificamente uma semana depois.

Afinal, caso vença a disputa e não se lesione, o especialista em jiu-jítsu garante que participará da próxima edição da Copa Pódio, torneio da arte suave que ganha cada vez mais destaque no cenário nacional, na semana seguinte. Rotina de competição que não seria inédita para ele.

“Se não tiver lesão, vou lutar sim. Já fiz isso, na verdade. Quando fiz minha última luta antes de entrar no UFC. Ganhei um cinturão, e na semana seguinte eu venci quatro lutas e fiquei em terceiro na Copa Pódio. E depois ainda fiz uma luta casada de jiu-jítsu na outra semana”, narrou em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight.

Por sinal, o convite para participar deste torneio garantiu, de acordo com o atleta, que ele estivesse em forma quando surgiu a vaga para compor o card na cidade de Nova York. Ao ser chamado com exatas oito semanas necessárias para se fazer um camp, o brasileiro não precisou reservar parte de seu cronograma para ajustar peso ou retomar seu preparo físico.

“Meio que peguei em cima da hora, ainda bem que estava treinando. Gosto de sempre lutar jiu-jítsu. Já tinha fechado a Copa Podio no dia 18 de fevereiro, então estava treinando wrestling e jiu-jitsu. Estava treinando forte quando recebi a ligação. Tinha oito semanas e já entrei no camp com parte física e muito wrestling. Minha última luta teve alguns erros de wrestling, faltou essa parte de transição. Estou tentando tapar os buracos”, garantiu.

Por sinal, tanto ele como o rival Felder perderam suas últimas lutas. E com duas derrotas em suas três últimas apresentações no cage, o peso-leve não fugiu quando o assunto foi a pressão por resultados. Garantindo sentir a necessidade de fazer as pazes com a vitória, o atleta, no entanto, prometeu confiança.

“Sinto pressão sim. É o maior evento do mundo, temos que ver desse jeito. Quando estou pressionado, tenho que me motivar, tenho que fazer um extra, trabalhar duro. Todo mundo que perde uma ou duas já fica preocupado. Não tem muito o que fazer. Sou confiante, luto confiante quando treino duro. Não gosto de perder, tenho que treinar mais e corrigir os erros”, analisou.

Mas para chegar a um bom resultado, o atleta conta com um fator de motivação extra. Com sua academia funcionando e prestes a ser inaugurada no estado americano da Flórida, Durinho, agora empreendedor, toma cada vez mais as rédeas de sua carreira.

“Abri a minha academia com o Henri Hooft, meu treinador. Somos sócios e ainda vamos inaugurar a academia. Mas ela já tem aulas. Nesse meio tempo em que a Blackzilians fechou para mudar de lugar, acabei fazendo meu camp aqui com os mesmos treinadores e parceiros de treino. Já tinha esse planos faz tempo. Ainda falta uma licença para abrir oficialmente. Mas quando abrir e eu tiver luta, o foco será na competição, claro”, finalizou.

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