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Holm admite mudança de temperamento em nova categoria: "Não tem estresse"

Justin Edmonds/Getty Images/AFP
Imagem: Justin Edmonds/Getty Images/AFP

Ag. Fight

09/02/2017 08h00

 

Desde que começou a competir MMA em 2011, Holly Holm sempre se apresentou na categoria dos pesos-galos (61 kg), onde foi campeã no Legacy e no UFC. Mas com a criação de uma divisão peso-pena (66 kg) feminina no Ultimate, a americana aceitou o desafio de disputar este cinturão inaugural contra Germaine De Randamie no UFC 208, evento que será realizado no próximo sábado (11). E com alguns quilos a menos para cortar para o combate, ‘The Preacher’s Daughter’ festejou a falta do estresse que a briga com a balança lhe traz.

Em conversa com jornalistas em ‘media day’ realizado nesta quarta-feira (8) em Nova York (EUA), Holly garantiu que a sua preparação para o duelo está sendo muito mais tranquila sem o bruto corte de peso. De acordo com a americana, a falta do estresse ainda lhe deixa mentalmente melhor.

“Fácil (risos). Com certeza, será um corte de peso tranquilo. E o melhor de tudo é não ter aquele estresse todo durante o camp. Se eu estava com fome, eu comia. Tem sido muito bom não se estressar com isso. Estou me sentindo bem e acho que eu preciso disso mentalmente. Quero ter certeza que ainda estou disciplinada”, contou.

Prestes a fazer a primeira luta da nova categoria, Holly revelou que não teve nenhuma conversa com o Ultimate sobre o futuro da categoria. Contudo, de acordo com a americana, a única forma de saber se a divisão se firmará de fato é disputando a luta inaugural.

“Vamos descobrir. Eu não tive nenhuma conversa com ninguém. A conversa foi apenas, ‘Tem uma luta contra a Germaine, beleza? Beleza!’ Não gosto de pensar muito nisso, mas tudo tem que começar em algum lugar. Só vai ser possível ter a divisão inteira depois que houver a primeira luta. Vamos ver onde isso vai dar. Se crescer, veremos o que vai acontecer”, afirmou, antes de fazer uma aposta e prever a subida de categoria de outras lutadoras dos pesos-galos.

“Acho que será uma daquelas coisas que muitas garotas vão pensar: ‘Elas fizeram isso então eu também posso’. Então elas vão querer chances, e vão vir aqui tentar. Todas estarão motivadas. Sempre tem alguém subindo, alguém surgindo. Hoje você vê campeões que você nem conhecia cinco anos atrás”, declarou.

Apesar da chance de fazer história e se tornar a primeira mulher – quarta contando os homens – a conquistar um cinturão em duas categorias do UFC, Holly vive a pior fase da carreira com duas derrotas consecutivas e a perda do cinturão dos pesos-galos. Aos 35 anos de idade, a americana coleciona na carreira um cartel com 10 triunfos e dois reveses.

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