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"Substituta de Cyborg" pede explicações de brasileira por flagra no doping

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Imagem: Reprodução

Ag. Fight

09/02/2017 10h00

 

Quando o Ultimate decidiu criar a categoria feminina dos peso-penas (66 kg), a intenção de Dana White era promover uma disputa de cinturão inaugural entre Cris ‘Cyborg’, campeã dessa divisão no Invicta FC, e Holly Holm, ex-dona do título dos pesos-galos (61 kg) do UFC. Contudo, a brasileira recusou o duelo contra a americana e negou também enfrentar Germaine de Randamie.

Com a vaga em aberto, não demorou até que as duas especialistas na luta em pé fossem escaladas para disputarem o posto de campeã, ao passo que Cyborg foi flagrada pouco tempo depois em um exame antidoping. E na opinião da experiente holandesa, que caiu de paraquedas no card do show de número 208, a curitibana ainda deve explicações sobre o que, de fato, aconteceu.

“Não cabe a mim falar sobre isso e dar uma declaração sobre isso. A Cyborg tem que se declarar, tem que encarar a USADA, enfrentar seus fãs e seja o que for, ela tem que ter uma boa razão e uma boa explicação para isso. Se essa pergunta precisa ser respondida, não é por mim. Acredito que ela é a única que pode falar sobre isso”, declarou em conversa com jornalistas em ‘media day’ realizado nesta quarta-feira (8) em Nova York (EUA).

Consciente de que sua adversária Holly Holm vive a pior fase da carreira com duas derrotas consecutivas e a perda do cinturão dos pesos-galos, Germaine aposta que a americana se preparou como nunca para o combate. Na opinião da holandesa, não cabe a ninguém julgar um atleta por suas derrotas, a exemplo do que as pessoas vêm fazendo com Ronda Rousey.

“Eu acredito que eu enfrentarei a melhor Holly no sábado. Acredito nisso. Tem muita gente falando que a Ronda deveria parar depois de duas derrotas. Mas que lutador que está nesse negócio que não perde lutas? Isso aqui é MMA, você leva soco na cara, se machuca… Não é a gente que decide quando alguém se aposenta, ou amarela, ou sai de uma luta. Depende da luta em si”, afirmou.

Germaine de Randamie já lutou na categoria dos pesos-penas no Strikeforce. Aos 32 anos de idade, a holandesa coleciona na carreira um cartel com seis vitórias e três derrotas.

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