Esporte

Treinador de Holm minimiza saída de 'Cyborg' do card do UFC Brooklyn

Ag. Fight

09/02/2017 12h00

A disputa pelo cinturão inaugural da recém-criada categoria peso-pena (66 kg) feminina acontecerá no próximo sábado (11) no bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York (EUA), e será a luta principal do UFC 208 mesmo com uma importante baixa de última hora. O confronto em questão colocará frente a frente Holly Holm, ex-campeã dos galos (61 kg), e a holandesa Germaine de Randamie, e em meio à expectativa para o duelo, o brasileiro Rafael ‘Barata’ minimizou o fato de Cris ‘Cyborg’, apontada por fãs e especialistas como a melhor na divisão, não disputar o título.

Cris, que não perde desde uma luta de MMA 2005, quando fez sua estreia no esporte, foi a atleta que mais pediu para que Dana White, presidente do Ultimate, criasse a divisão dos penas para as mulheres. E pouco após o cartola ter cedido à sua demanda, ela foi pega no exame antidoping - o que deve deixá-la fora dos octógonos pelo menos até seu julgamento, que ainda segue sem data para acontecer. Barata, treinador de jiu-jitsu de Holm, aproveitou para minimizar a ausência da brasileira e apontou para as semelhanças entre ela e a próxima adversária de sua aluna.

“Acredito que não, todo title shot tem seu valor”, apontou em conversa com a reportagem da Ag. Fight nesta quarta-feira (8), durante o mídia day que antecede o UFC 208. “Então, a Cris Cyborg tem título no kickboxing. Se você olhar a Germaine, ela tem um estilo muito parecido com o da Cyborg. É um muay-thai, mas um muay-thay da Holanda. É uma Striker que nunca perdeu. Tem o seu desafio (a disputa), não será uma luta fácil. De repente será uma luta diferente porque a Cyborg é mais completa, vamos dizer assim. Mas na parte de striker contra striker o nível está bem parelho. Tem seu valor, essa luta acontecerá mais cedo ou mais tarde”, analisou Rafael.

E após apontar para a certeza de que Holly Holm e Cris Cyborg ainda se enfrentarão no MMA, o brasileiro analisou o futuro da recém-criada divisão. Apesar de ainda existirem poucas atletas na categoria, Barata garantiu que isso ocorre porque o esporte, ao contrário do masculino, ainda é novo entre as mulheres. E em tom descontraído, levantou a possibilidade de que vejamos Gabi Garcia, atleta brasileira de 1,90m e cerca de 100 kg, em breve no Ultimate.

“Acredito que surgirão (atletas para a divisão). O esporte ainda é novo, está crescendo. Acredito que terão muitas mulheres subindo dos galos para os penas, como a Amanda Nunes por exemplo, que está querendo subir para possuir os dois títulos. O esporte está crescendo, de repente uma categoria peso-leve e vamos para frente. Quem sabe não vemos a Gabi Garcia lutando no UFC um dia desses nos pesados”.

Confira abaixo o vídeo das encaradas do UFC 208:

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