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"Marajó" revela catimba usada para descansar durante luta quase perdida

Rigel Salazar/Ag. Fight
Imagem: Rigel Salazar/Ag. Fight

Ag. Fight

06/03/2017 07h00

Iuri ‘Marajó’ foi dominado desde o início do combate contra Luke Sanders no último sábado (4), em Las Vegas (EUA), até que uma finalização tirada da cartola no segundo round garantiu não apenas a incrível virada como também o prêmio bônus de performance da noite. E tudo isso, por sinal, poderia não ter acontecido se não fosse uma catimba utilizada pelo brasileiro.

Ainda na etapa inicial, quando levava clara desvantagem e via o árbitro central prestes a interromper o confronto, Iuri recebeu uma joelhada ilegal na cabeça quando estava com três apoios no chão. Dessa forma, com a interrupção do duelo, ele ganhou alguns importantes minutos para respirar, mesmo que não estivesse, de fato, machucado pelo golpe irregular.

“Nem tanto, isso acontece na academia, de levar joelhada e cotovelada ilegais. Já estamos acostumados, é acidente de trabalho. Sabia que o árbitro iria parar e eu teria cinco minutos. Sim, sim, um pouco. No início da luta meu joelho tinha travado e não deu para seguir no mesmo ritmo”, narrou em conversa com a imprensa brasileira nos bastidores do UFC 209 logo após sua vitória.

Quando questionado sobre sua performance, Iuri não escondeu a decepção. Assim como o rival americano, Marajó é famoso pela explosão inicial de seus combates, mas nessa batalha territorial ele levou a pior e se viu obrigado a deixar a estratégia de lado para se defender do castigo imposto.

Com o desempenho abaixo do esperado, o peso-galo (61 kg) ressaltou que a dificuldade em bater o limite de sua categoria influenciou na sua apresentação. Último atleta a subir na balança na manhã da sexta-feira, Marajó cortou os gramas finais nos momentos derradeiros da checagem dos quilos.

“Treinei para acabar no primeiro round e não usei nada do que treinei. Mas voltei às origens e consegui a finalização. O Ildemar estava gritando para eu girar, e sabia que era o leg lock. Tive o tempo para encaixar, sabia que era meu ponte forte. Só o jiu-jitsu salva . Sofri bastante . Travou em 500 libras . Foi um pouco difícil de perder isso, mas deu certo. Acho que isso atrapalhou a performance, mas na próxima luta vamos corrigir isso”, garantiu.

 

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