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Miesha Tate detalha "montanha-russa de emoções" em ano de sua aposentadoria

Eric Jamison/AP Photo
Imagem: Eric Jamison/AP Photo

Ag. Fight

07/03/2017 08h00

 

Miesha Tate de fato pode dizer que 2016 foi como uma montanha-russa. A atleta começou o ano com um título inédito em sua carreira, o de campeã peso-galo (61 kg) do Ultimate, mas logo depois acumulou duas derrotas, uma delas para a atual campeã Amanda Nunes, que sacramentaram sua aposentadoria. No entanto, apesar do final de carreira precoce, ‘Cupcake’ garantiu ter tomado a decisão correta.

A americana pendurou as luvas após a derrota para Raquel Pennington, em novembro de 2016, quando ainda tinha 30 anos. E apesar dos altos e baixos, a americana garantiu, em conversa com a reportagem da Ag. Fight na premiação do ‘MMA Awards’ (conhecido como o Oscar do esporte) em Las Vegas (EUA), que o ano foi positivo.

“Tem sido uma montanha-russa de emoções, para ser sincera. Foi um ano louco, do topo até o lugar mais baixo, mas estou feliz para até aquilo me levou. Foi um grande ano e sim, definitivamente ”, relatou a ex-campeã.

E a atleta fez questão de revelar que sua rotina atual é ainda mais movimenta do que quando era atleta profissional. Miesha deixou os octógonos, mas não o mundo das lutas, já que agora se dedica a carreira de comentarista de MMA. E, de acordo com a americana, a experiência está sendo muito positiva.

“Para mim, a vida está ainda mais ocupada. Estou tendo muita diversão e aproveitando essa transição. Estou feliz por estar envolvida no esporte e orgulhosa do que as mulheres estão fazendo. Tenho muito respeito por todo estudo e trabalho sobre cada lutador e poder falar sobre aquilo. É lá que pretendo ficar. Está sendo uma grande experiência e estou estudando como na época da escola”, afirmou Cupcake.

Miesha ainda aproveitou para analisar o resultado da disputa entre Holly Holm e Germaine de Randamie pelo cinturão inaugural da divisão peso-pena (66 kg) feminina. E ela não hesitou em levantar uma polêmica, já que sua opinião foi contrária a dos juízes laterais que deram vitória para a holandesa.

“Acho que Holly venceu . Gosto muito das duas, e não lembro exatamente de como pontuei, mas acho que Holly venceu três rounds. A pressão e sua atividade… e mesmo se você tiver dado dois round para ela, acho que deveriam ter tirado um ponto ”, completou.

 

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