Esporte

Aos 37 anos, Glover revela inspiração em Liddell para descartar aposentadoria

29/03/2017 17h48

Glover Teixeira é o atual número 3 dos meio-pesados - Diego Ribas

Glover Teixeira é o atual número 3 no ranking dos meio-pesados do UFC- Diego Ribas

Veterano no MMA, Glover Teixeira não pensa em pendurar suas luvas tão cedo. O brasileiro de 37 anos, que tem combate marcado contra Alexander Gustafsson no próximo dia 28 maio no UFC Estocolmo, indicou que a inspiração para descartar sua aposentadoria vem de Chuck Liddell, atleta que foi seu ex-parceiro de treinos e que faz parte do Hall da Fama do Ultimate. De acordo com o mineiro, ‘The Iceman’ sempre garantiu que o momento certo de parar é quando não existe mais prazer em praticar o esporte.

Mas, apesar de revelar inspiração nas palavras do ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC, Glover ponderou que não pretende segui exatamente os mesmo passos do amigo. Afinal, Liddell perdeu suas últimas quatro lutas e encerrou a carreira depois de ser nocauteado por Rich Franklin em 2010. Cenário este que não faz partes dos planos do meio-pesado brasileiro.

“Eu direi o que Chuck Liddell costumava dizer: ‘O dia em que eu acordar e não sentir que quero ir mais para a academia, esse será o dia eu que eu irei parar de lutar’. Até lá eu continuarei lutando. Amo esse esporte e gostaria de fazê-lo para sempre. Sei que naturalmente terei que parar e espero não ser um daqueles atletas que é nocauteado e não é tão bom quanto já foi no seu auge. Me sinto bem e não planejo me aposentar ainda”, relatou em entrevista ao site MMA Junkie.

Após descartar sua aposentadoria no MMA no curto prazo, Glover garantiu que ainda tem muito o que render no esporte. Ele terá a chance de comprovar sua confiança no combate contra Gustafsson, lutador que atualmente ocupa a segunda posição no ranking dos meio-pesados e que lutará em casa. Aos 37 anos, o brasileiro vem vitória sobre Jared Cannonier em fevereiro deste ano.

“Com minha idade e a derrota para Johnson … Não mostrei o suficiente. Vocês conhecem o mundo das lutas, você tem uma boa performance e todos pensam que você está pronto, que vencerá o título e se tornará o campeão. Você perde e todos começam a duvidar de você, por isso, sob meu ponto de vista, não me sinto um azarão . Ele é um lutador duro, sempre o respeitei. Sempre assisti a ele, desde o começo, antes mesmo de eu começar no UFC porque sabia que cedo ou tarde nos enfrentaríamos”, completou.

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